anjinhos

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

ANJOS: IMPLACÁVEIS OU PROTETORES? Veja a Verdade Sobre o Trabalho Angelical.

“O homem é um deus enfaixado. O Tempo é uma faixa. O Espaço é uma faixa. A carne é uma faixa… São faixas todos os sentidos e as coisas por ele percebidas. A mãe sabe que as faixas não são a criança. A criança, porém, não o sabe”… [Cf. ‘O Livro de Mirdad’, cap. 4. Mikhail Naimy. Editora Rosacruz-Áurea].

Atenção: Quarta-Feira (09.02.2011), ao acessar o Google e procurar na WEB este “portal de anjos”, apareceu um homônimo, o site http://www.portaldeanjos.com.br. Apresenta belas imagens de anjos e tem sofisticado Design (você acessa pelo link – e até recomendo), porém o vínculo entre nós existe em servir aos Anjos e ao próximo. E seu registro consta como 2009, ano que também iniciamos e publicamos aqui “A História do Portal de Anjos”. Quem sabe foi "coincidência significativa" propiciada pelos anjos?

“Quando as ocupações se nos propõem, devemos aceitá-las; quando as coisas acontecem em nossa vida, devemos compreendê-las até o fundo”. LÜ DSU... [Cf. ‘O Segredo da Flor de Ouro’, p. 34. C.G. Jung].

Anjo da Guarda: V. ainda não sabe qual é o seu? Acesse nossa página (Clic): “Conheça o Seu Anjo da Guarda" ‘Anjos Cabalísticos’. (Campos de Raphael)”, ou à da autora, Monica Buonfiglio (Clic): "Descubra seu anjo pelo mês de nascimento"..

Intróito: Nesse Natal, um amigo jornalista e jornaleiro em Friburgo me presenteou com a revista VEJA, contendo um artigo sobre anjos: “Mensageiros de Deus, às vezes implacáveis, às vezes protetores, eles simbolizam a mais elevada espiritualidade – mas hoje também aparecem como personagens da cultura pop". (‘VEJA’. 22.12.2010).

Primeiro fiquei surpreso pela abordagem do tema na mídia, mas logo me decepcionei ao ver informações distanciadas da verdade sobre o trabalho dos anjos junto à humanidade. “Dada essa proximidade, esse tema aviva a imaginação de certo tipo de pessoas e, devido a isso, são em geral publicadas e difundidas informações dúbias e sem bases reais... que apenas retarda a efetivação do relacionamento correto dos homens com eles” – diz o ‘Glossário Esotérico’, p. 114.

A publicação da VEJA nos motivou a citar relatos contemporâneos de pessoas comuns que, como nós, experienciaram um tipo de contato que nos revela a face verdadeira do amoroso trabalho angelical.
Na verdade, “o ser humano estabelece ligação com os anjos quando se volta para o mundo interno e sua realidade isenta de conflito”. E ao longo da História, a Hierarquia angélica se fez notar de vários modos: “Todavia, quando o relato dos contatos e relacionamentos com ela não é feito por Iniciados, ocorrem deturpações mesmo involuntárias devido a interferência de concepções humanas nesse impulso que, por si só, é supra-humano. Contudo, a irradiação e o intenso trabalho harmonizador da Hierarquia angélica são potentes, dinâmicos e não se detêm com os enganos do homem nem com o caos que nos níveis materiais hoje se amplia”... diz Trigueirinho. [Cf. Hierarquia Angélica. ‘Glossário Esotérico’, p. 185. Pensamento].

“Há males que vêm para o Bem”... Em razão daquele artigo da VEJA, decidi publicar fatos reais de pessoas que, como nós, experienciaram inesperado contato ou auxílio de seu anjo guardião.

Os relatos foram extraídos de “Por Onde Caminham os Anjos”, da autora Joan Wester Anderson, colhidos às vezes diretamente com as pessoas envolvidas.

São fatos acontecidos com pessoas que, em tempos de necessidades, sofrimentos ou graves situações sentiram, de repente, a presença amorosa de Seres que não só as tiraram de momentos angustiantes, como transformaram e deram um novo sentido à sua própria vida.
Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).

"Anjos Por Toda a Parte em Volta de Mim". - Joan Wester Anderson.
“Ainda assim, muitos não acreditam que haja tal coisa como simpatia entre almas”. Issak Walton. ’Life of Dr. Donne’.
“Não foram muitas as pessoas a quem contei esta história. Acho que tinha medo que minha família e meus amigos rissem de mim ou pensassem que eu estava sofrendo de alucinações...”
“Se tentar explicar-lhes o que vi, eles me lançarão Aquele Olhar, como se achassem que eu preciso de aconselhamento psicológico...”
“Tudo aconteceu tão rápido que não pensei em uma intervenção de anjos, não até dias depois. Nessa ocasião, comecei a reunir as peças...”


Era uma alegria ler as cartas. Nos meses que se seguiram, à medida que outras revistas publicavam meu convite – e eu reunia coragem suficiente para solicitar às platéias histórias sobre o assunto em palestras bem-humoradas e em reuniões de escritores - muitos estranhos me contaram seus “casos especiais”. Escrevi também a alguns autores de livros sobre anjos, pedindo-lhes que me informassem de suas introvisões sobre o assunto e solicitando os endereços de pessoas a quem haviam entrevistado.

Achei fascinante que, embora variassem os incidentes envolvendo anjos, a reação dos que haviam deles participado era quase sempre a mesma, e dupla: em primeiro lugar, hesitação em falar no caso, e em seguida, quando era vencida, uma reverência que, mesmo anos depois, continuava a ser vividamente despertada pela recordação do incidente.

Era compreensível a reação em levar o caso ao conhecimento publico. Tais como pessoas que experimentaram morte clínica, foram ressuscitadas e tentaram contar o que viram, meus entrevistados sentiam-se muitas vezes rejeitados.

Aos poucos, aprenderam a pensar nesses incidentes e guardá-los só para si, com receio de que o maravilhoso fosse atenuado pela descrença. Nenhum deles queria perder aquela preciosa convicção de que haviam sido especialmente abençoados, que haviam tido permissão – ainda que por um curto momento – de olhar dentro de um mundo que em geral têm que aceitar na base da fé.
A resposta emocional parecia também universal. Uma mulher de meia-idade, conversando comigo numa escada durante uma pausa numa reunião de escritores, descreveu-me uma cena de sua infância.

Irritada por algum assunto trivial, correu para um bosque e imediatamente se perdeu. Continuou a andar enquanto o céu escurecia e, horrorizada, descobriu que reencontrava suas próprias pegadas: estivera andando em círculos.

De repente, sentiu uma mão suave na testa e uma terna voz interior disse-lhe que “seguisse diretamente para frente”. Obedeceu no mesmo instante e, menos de dois quilômetros adiante, viu sua casa no horizonte.

- Já se passaram 45 anos, mas ainda posso sentir aquela mão e ouvir aquela voz maravilhosa – contou ela, os olhos enevoando-se, engolindo em seco e olhando por sobre minha cabeça para um lugar onde eu não podia segui-la.

Outras pessoas engasgavam-se ao telefone quando tentavam descrever o que tinham visto ou ouvido. Embora nenhuma delas pudesse explicar bem o que acontecera, todas pareciam transformadas à luz do encontro.

Separando e classificando as respostas, notei que elas se incluíam em vários grupos. Tais como a senhora nos bosques, algumas pessoas não mencionavam encontros com um anjo em forma humana, mas haviam visto luzes, ouvido uma voz, sentido um toque.

Outras mencionavam consciência de uma “presença” durante momentos importantes, como se amigos especiais tivessem chegado para compartilhar da ocasião.

- Eu estava visitando uma vizinha no hospital – disse uma delas -, quando, de repente, senti a companhia de anjos em toda a parte à nossa volta. “Oh! Há anjos aqui”, eu disse antes de poder evitar. A paciente e a irmã dela pareceram surpresas, mas pouco dispostas a aceitar o que eu dissera.

“Na manhã seguinte, a vizinha faleceu e, mais tarde, a irmã me disse que fôra um grande consolo saber que anjos haviam estado ali no quarto conosco. Já se passaram 40 anos e nunca mais tive uma experiência semelhante, mas ainda me lembro daquela indescritível sensação”.

Numerosas cartas envolviam leitos de agonizantes, ocasião em que os que estavam de vigília viram um brilho no rosto do moribundo, ou o ouviram falar com alguém desconhecido, antes de fechar os olhos pela última vez.

- Olhe, mãe, há anjos por toda a parte aqui e um deles é mais belo do que os outros – disse uma criança de 11 anos que estava morrendo de peritonite.

- Eu não os estou vendo, Joey – respondeu a mãe. Pensando que o filho estava delirante, tentou acalmá-lo, mas Joseph insistiu:

- Veja, eles estão aqui, tão perto que poderia tocá-los – repetiu. A desolada mãe de Joseph ficou impressionada com a atitude de profunda alegria e paz do filho. O fato tornou-se um consolo para toda a família.

F.S. Smythe, que tentou escalar o Monte Everest em 1933, escreveu sobre a mesma “presença amiga” no relato que fez da expedição.

“Uma sensação estranha apossou-se de mim, de que eu estava sendo acompanhado por alguma coisa. Nessa companhia, eu não podia sentir-me solitário nem mal algum poderia me acontecer. Esteve sempre ali para me dar forças em minha escalada solitária pelos paredões cobertos de neve. Quando parei e tirei um pedaço de bolo de menta do bolso, a presença era tão próxima e forte que, instintivamente, dividi-o em duas metades e virei-me com uma metade na mão para oferecê-la ao companheiro”.

Outra correspondente falou-me sobre uma ocasião quando tinha 17 anos de idade e, durante várias noites seguidas, sentira uma presença ao pé da cama. “Não vi realmente nenhuma coisa alguma”, explicou ela. “Era mais aquele tipo de sensação que temos quando achamos que alguém nos olha no tráfego ou quando estamos lendo ou sentada de costas para uma porta”.

Sentiu que havia dois anjos ao pé da cama, lado a lado, de frente para ela. A missão deles parecia ser de simples tranqüilização e a mocinha sentiu-se aquecida, protegida e em paz. Os anos seguintes de sua vida foram turbulentos. “Mas, saber que dois anjos haviam me guardado durante aquelas noites – e, provavelmente, ainda estavam por perto – evitou que eu duvidasse de um Deus compassivo”.
Teólogos sustentam que, embora anjos possam aparecer e, de fato, apareçam como seres humanos, a imagem deles não é necessária para que lhes seja sentida a presença. Deus e Seus mensageiros estão tão perto daqueles que não os vem como daqueles que os vêem [grifo nosso].

Com certeza deve haver ocasiões em que nem nos damos conta de que um anjo nos ajudou. Sentimos uma cutucada, uma ânsia misteriosa de fazer alguma coisa um tanto diferente. Ou alguma coisa é estranhamente resolvida para nós. Talvez um relâmpago súbito de introvisão seja, na verdade, um espírito intervindo para nos manter seguros e sadios.

“Um anjo estende os braços e nos dá um abraço celestial e nós dizemos “Que dia maravilhoso!”, escreveu um crente.

Outro grupo de correspondentes dizia que não viu ninguém os protegendo – mas que outras pessoas em volta deles viram. Um leitor enviou-me a história bem documentada de Alice Z., uma jovem Adventista do sétimo Dia que vendia livros de porta em porta em um bairro hostil nas filipinas.

Foi recebida em uma casa onde, estranhamente, os cães de guarda se mostraram amigos, e não ferozes. Duas cadeiras lhe foram oferecidas, em vez de uma, e a dona da casa dirigiu-se à segunda cadeira como se houvesse alguém ali e disse a Alice que seu “companheiro” ficava muito bem de branco.

Descobri episódios semelhantes em que a pessoa protegida, como no caso de Alice, nenhuma consciência tinha de que havia alguém com ela, embora as testemunhas – todas elas fidedignas e normais – insistissem em que estavam vendo pessoas.

A maioria de meus correspondentes, no entanto, disse que tivera encontros com anjos em forma humana. Alguns trouxeram mensagens, outros os resgataram de situações difíceis ou arriscadas. Na maioria das vezes, esses visitantes eram de poucas palavras – faziam o que tinham de fazer e iam embora. Às vezes, havia algo de sobrenatural sobre a experiência no momento em que acontecia e a pessoa reconhecia o ser em causa como um anjo.

O pregador John Weaver e alguns companheiros, por exemplo, havia ido caçar alces em Montana. John estava a uns dois terços do cume de uma elevação quando viu um homem saindo das árvores do morro próximo. O estranho nem usava o traje alaranjado de caçador nem trazia rifle. Embora desse a impressão de andar em passo normal, cobriu a distância que os separava com tal rapidez que pareceram segundos. E não deixou pegadas na neve.

- “O homem subiu a encosta até onde eu estava e apertou-me a mão. ‘John, você sabe quem sou eu?’ perguntou-me”. E Weaver sabia, graças aos olhos iluminados da fé. O homem era o mesmo ser que o ajudara cerca de 20 anos antes quando seu carro tinha se quebrado.

Os dois sentaram-se sobre umas pedras, discutiram o trabalho pastoral que John vinha fazendo e suas necessidades – como se fossem dois amigos conversando -, depois do que o visitante angelical foi embora, mas não sem antes garantir a Weaver o amor e a constância de Deus.

Nesse caso, devido ao fenômeno das pegadas e do reconhecimento espiritual imediato, Weaver teve certeza de que o visitante era um anjo. Nos casos da maioria de meus correspondentes, no entanto, os encontros foram tão convencionais que mais tarde eles começaram a especular.

“Aquilo me pareceu uma coincidência grande demais”... ou “Passou algum tempo,até que eu me desse conta como aquilo tudo fôra estranho”..., eram os comentários clássicos. Uma vez que esses “visitantes” apareciam em forma humana, era fácil, inicialmente, explicar-lhes a presença em termos racionais.

Mas essa situação não era nova, descobri. Ao longo de todo o tempo, anjos costumeiramente apareceram na forma que a pessoa visitada estaria mais propensa a aceitar – e talvez uma versão alada para crianças ou um tipo avoengo benigno a uma mulher em estado de aflição.

Descobri casos de anjos que falavam dialetos conhecidos ou assumiam a mesma raça que os visitados. “Anjos, e apenas anjos, são mentes sem corpo”, diz o filósofo Mortimer J. Adler, no The Angels and Us (Nova York, Macmillan, 1982). “O fascínio deles reside no fato de que, quando assumem corpos, fazem-no apenas para o propósito de desempenhar seu ministério terreno“.

Tampouco pareceu importar – pelo menos para meus correspondentes – se eles sabiam ou não que o visitante era um anjo; nem reconhecimento nem fé eram requisitos para a ajuda.

Mas parece haver um denominador comum: a escritora e especialista em anjos Betty Malz observa que a proteção angelical aparentemente nunca ocorre quando pessoas estão deliberadamente infringindo as leis da sociedade ou mesmo as leis naturais – como, por exemplo, guiando em alta velocidade por uma estrada ou roubando ou maltratando alguém.

Seguir a própria vontade obstinada ou mergulhar no perigo, à espera que Deus nos salve, diz Malz, aparentemente nos tira da “zona de segurança” na qual operam os anjos. Elas e outros autores acreditam, no entanto, que algumas pessoas podem interceder por nós e, talvez, chamar ajuda espiritual.

Muitas dessas histórias confirmam a observação de Malz: meus correspondentes estavam pedindo ajuda ou, de alguma maneira, “sintonizados” com o reino celestial quando a ajuda chegou. Alguns chegaram a sugerir uma teoria parecida: A menos que lhes invoquemos deliberadamente a ajuda, os anjos só podem ajudar de forma limitada.


Finalmente, um pequeno grupo de meus correspondentes comunicou ter visto um anjo autêntico, isto é, um ser que parecia ser aquilo que pensamos que os anjos são.

“Como é que você pode... saber... que eles não são simplesmente... alucinações?” perguntou uma vez a minha cabeleireira, enquanto me fazia o cabelo e eu lhe contava meu projeto. Na verdade, eu não podia. E, com toda probabilidade, seria necessário fé para que outras pessoas aceitassem essas histórias.

Mais uma vez, porém essas pessoas não se importavam se acreditavam nelas ou não. Tinham uma convicção profunda em sua simplicidade. “Eu sei o que foi que vi – e o que vi mudou minha vida”, disse tranqüilamente uma mulher. Isso lhe parecia suficiente.

Eu começara a colecionar essas histórias por causa da experiência de Tim. Nesse momento, tinha em mãos volumosas pastas, que lia enquanto esperava a vez no consultório do dentista ou em um trem. As cartas mereciam uma platéia mais vasta.
Escolhi várias das mais intrigantes e comecei a escrever um livro.

Mas o que foi que essa busca me ensinou? Eu pensava antes que os anjos eram pequenos acessórios do mundo espiritual e que pensar neles apenas serviria para desviar de Deus nossa atenção.

Hoje, porém, acredito que eles nos ajudam a elevar a alma para o céu, para Ele. Durante todo o tempo, eles fizeram parte do plano divino, de modo que parece que Deus quer que os conheçamos e tenhamos a liberdade para lhes pedir a proteção, para nós e para nossos entes queridos.

O assunto anjos, no entanto, requer um alto grau de discernimento e respeito. Anjos devem ser tratados não como objetos de curiosidade, mas como entidades com as quais podemos aprender – e receber – muito.

Em suma, eles podem tornar-se companheiros muito queridos e carinhosos... se estivermos dispostos a permitir que entrem em nossa vida.

“Há uma diversidade de formas angelicais a ser comemorada e um elemento de surpresa a ser captado”, escreve G. Don Gilmore no Angels, Angels Everyhere, “mas a menos que o indivíduo restabeleça o senso de maravilha e imaginação da infância, ele talvez nunca experimente essas coisas”.

Jesus colocou a questão em outras palavras: “A menos que vos torneis iguais às crianças, não podereis entrar no reino do céu”. Ele falava em confiança, em senso de maravilha, em aceitação inocente de coisas não comprováveis... em suma,falava em fé. “Bem-aventurado é aquele que, não tendo visto, crê”.

Todas as pessoas que compartilharam conosco suas experiências neste livro acham que foram tocadas pelos mesmos mensageiros espirituais que embelezaram o mundo no seu começo – e que a única coisa que mudou foi o ambiente. E todas ficaram tomadas de um senso de indescritível maravilha e tranqüila certeza de que, quaisquer que fossem suas falhas, Deus as sustentava suavemente na palma da mão.

Como diz o ditado, para os querem acreditar, são desnecessárias explicações para os fatos narrados nas páginas seguintes. Para os que não querem, nenhuma explicação é possível.

“O que é um anjo? Cabe a você responder”. [].
[Cf. ‘Por Onde Caminham os Anjos’, p. 28/35. Joan W. Anderson. Ediouro]. [©®]

Um comentário:

  1. pra min e mensageiro DEUS que nos protegem eleva a nossas almas pra junto de DEUS PAI
    conserteza DEUS OS CRIO pra nos protegem.

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