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sexta-feira, 14 de abril de 2017

ANTES DE NASCER 'CADA UM ESCOLHE A SUA CRUZ! - Uma História Real.


Só quando estou sozinho encontro o caminho que é só meu... Apenas num mundo transitório transcendo o tempo e alcanço o intemporal. Só num universo imprevisível faço todo o esforço que sou capaz. Só no sofrimento entro em contato com meus próprios recursos interiores de força. Apenas num mundo de dor sou movido pela compaixão e ajo com amor”. (David Richo). [‘Milagres Inesperados’, p. 122. Pensamento].
 
'O SER DIVINO EM MIM SAÚDA A DIVINDADE EM VOCÊ!'


(*) As características de seu Anjo Guardião podem revelar as potencialidades e lições de vida que, antes de nascer, você escolheu experienciar ao lado daqueles que lhe estão ligados por laços kármicos de vidas passadas. Problemas e crises são sempre oportunidades de expandir a compreensão e a consciência... (Campos de Raphael).
Ao conseguir se aprofundar cada vez mais em seu mundo interior, você atingirá um estado no qual será possível se comunicar com seu espírito guardião e os espíritos guias que estão no seu coração". ['A Essência de Buda'. Ryuho Okawa].

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Escolha a música que aquiete sua mente e 'fale' ao coração, 
e à ouça durante a leitura dos textos:
"Anjos do Dia"  Anjo Guardião do Dia: 'HAAIAH'.Categoria 'Dominações' (*). Príncipe-Arcanjo: 'Tsadkiel' (Uriel). Protege quem nasce hoje, 14/Abril, 26/Junho, 07/Set., 19/Nov., e 31/Jan. Carta do Tarot: O Louco. Número de sorte: 04. Mês de mudança: Abril. Planeta: Lua. Hora: 8:20 às 8:40 da manhã. Salmo: 118. Este anjo ajuda a ganhar ou fazer os processos e julgamentos favoráveis à sua causa, ajuda o homem a contemplar as coisas e os atos divinos. Domina a política, os diplomatas, os embaixadores e influencia os jornalistas. Características pessoais: Quem nasce sob esta proteção é justo, benevolente, gosta de afetos sólidos, tem apreço pelas soluções lógicas e é dotado de compaixão e equilíbrio. Sabe que as leis terrenas podem e devem ser mudadas. Respeita as leis do Universo, pois estas nunca podem ser transgredidas e considera a palavra destino, como sinônimo de mudança e renovação. Trabalha incansavelmente em busca de conhecimento, para edificar seus ideais. Gosta de viajar e se adapta facilmente ao clima, às pessoas e ao idioma. Graças a sua personalidade marcante e à beleza de seu caráter, terá acesso às mais altas esferas sociais e governamentais. Mensageiro da paz, será um colaborador consciente da providência divina, com uma missão transcendental. Será um instaurador da ordem divina, um chefe secreto da alta magia branca (mesmo sem ter consciência disto, pois seu espírito está ascensionado, não significando que seu corpo esteja também)... Profissionalmente: Poderá Poderá fazer sucesso como guia turístico, piloto, político ou trabalhando com oráculos... Saiba mais: ‘Anjo da Guarda de seu Nascimento’. Monica Buonfiglio.

(*) “DOMINAÇÕES”: São nove categorias angelicais, cada qual com nove anjos, ou seja, oito anjos regidos por um nono de categoria superior, um Príncipe-Arcanjo... No caso de 'Dominações', seu Príncipe-Arcanjo é Tsadkiel (Uriel). “É a categoria angelical, que auxilia nas emergências e conflitos...  Saiba mais: ‘Anjo da Guarda de seu Nascimento’. Monica Buonfiglio. [Fonte:  ('Anjos Cabalísticos', p. 77, 81/82. Monica Buonfiglio].

 INTROITO - (Campos de Raphael).
Quem busca a Verdade, provavelmente se cansa de ver na Internet referências a uma série de interpretações religiosas, às vezes contraditórias, sobre a cruz ou as palavras: Quem quiser seguir após mim, tome sua cruz e siga-me”.

A cruz é reverenciada há milênios como alegoria da vida espiritual. No Antigo Egito era cultuada como símbolo da vida, na figura de ankh, a cruz ansata. A civilização maya a chamava de ‘Árvore da Vida’, como diz Carl Jung, em ‘Símbolos da Transformação’. Muito antes dos padres da Igreja imporem a ferro e fogo seu crucifixo, os mayas já haviam deixado inscrições sobre a Cruz Cósmica que se formaria nos céus pelo alinhamento dos planetas deste sistema solar, tendo a Terra como o coração ou eixo de intersecção dessa Cruz. [Ver: 'As Sete Profecias Mayas']...

AS 7 PROFECIAS MAIAS - Parte 1 - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=L6UxIVlv-TY



16 de mar de 2011 - Vídeo enviado por Caco Rocha
Documentário produzido pela TV Caracol, apresentado pelo Arcobaque Haus.

Isto sinalizaria o final de um ano cósmico de 26 mil anos e início de uma nova era marcada por turbulências e desequilíbrios na Terra, tanto atmosféricos como geofísicos. E abriria a oportunidade de uma tomada de consciência e a escolha do rumo da vida, para cima ou para baixo. E, de certa maneira, explica o comportamento desequilibrado dos seres humanos, bem como as turbulências que vêm ocorrendo hoje no mundo todo...

A cruz contém em si a representação de um roteiro da vida, que escolhemos a nível da alma, antes de nascer. Na intersecção dos braços da cruz, está o centro ou coração da cruz, e nos lembra que Deus é o centro de tudo"... Os braços da cruz formam uma encruzilhada: o lugar onde cada um de nós pode escolher o rumo de sua vida: o braço horizontal indica experiências no âmbito material, e o vertical sinaliza o rumo para o Alto, o caminho espiritual...
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Na antiga Grécia, Hecate era a deusa reverenciada (até hoje) como deusa das encruzilhadas: Deusa ctônia, ela reúne os três níveis: o infernal, o telúrico e o celeste e, por isso mesmo é cultuada nas encruzilhadas, porque cada decisão a se tomar num trívio postula não apenas um direção horizontal na superfície da terra, mas antes e especialmente uma direção vertical para um ou para outro dos níveis de vida escolhidos... ['Dicionário Mítico-Etimológico'p. 486. Junito Brandão. Vozes].

Esperamos que esse introito possa ajudar para a melhor compreensão da história real que nos foi dado acompanhar bem de perto... (Campos de Raphael).

Antes de Nascer 'Cada Um Escolhe a sua Cruz!'
O foco principal de hoje é a história real sobre a cruz que Dona Maria von Veigl escolheu experienciar nesta vida. Ela era mãe de Imelda von Veigl que, após casar-se comigo, simplificou-o para Imelda Campos...

Maria foi uma jovem muito bonita filha de família tradicional austríaca e enamorou-se de um jovem engenheiro de minas de carvão na Áustria. Pretendiam se casar, quando ela engravidou. Mas, num evento inesperado do destino, ele morreu soterrado na mina. O fato deixou-a de tal modo transtornada, que os pais a internaram numa clínica de repouso...

Maria envergonhada pela gravidez, só pensava em morrer... Certo dia, porém logo que acordou, surpreendeu ao médico dizendo que não iria mais morrer, porque uma senhora bondosa morria em seu lugar. Acharam ser apenas reação devido às doses de barbitúricos...

Dias depois Friedrich Valentino von Veigl, um rapaz descendente de família da nobreza austríaca, internou-se na mesma clínica, abalado pela morte da mãe. Lá encontrou Maria que lhe contou a história da gravidez e o sonho; para surpresa de ambos, o sonho fôra naquela noite que a mãe dele falecera! A coincidência tocou fundo Friedrich, e ele decidiu casar-se com ela e assumir o filho ainda por nascer...
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O primeiro fruto desse casamento foi uma menina loura de olhos azuis que nasceu em Graz, na Áustria. O fluxo de acontecimentos do Destino, porém levou o pai vir para o Brasil e trabalhar em Nova Friburgo, como chefe da contabilidade da Fábrica Filó. Quatro anos mais tarde pôde trazer toda a família, ou seja, esposa, a filha e seu irmão por parte de mãe.

Aquela menina loura de olhos azuis, veio a tornar-se mais tarde, graças aos Anjos da Sincronicidade, àquela que foi minha esposa! Pode parecer história de alguma novela da TV, mas é pura verdade. E por essa e outras que cito as palavras de Laotse: O mais sábio é aquele que sabe, que nada sabe...
Voltemos, porém à história da progenitora de minha esposa: Maria von Veigl, já idosa, levou um chute do netinho em seu seio. Envergonhada, não foi ao médico, e virou câncer. Extirparam-lhe primeiro o seio, o câncer aos poucos se espalhou pelo corpo e sete anos mais tarde, já em fase terminal, enviaram-na para onde morávamos em Itanhaém/S.P.. Deveria ser cuidada pela filha até a sua morte.

Alugamos uma cama hospitalar e cuidávamos dela. Por fim, minha esposa estava tão esgotada que temi por sua saúde, e decidimos internar a mãe na Clínica Tobias em S. Paulo. Ali falavam alemão e aplicavam um tratamento segundo a medicina antroposófica de Rudolf Steiner. E por coincidência significativa, lá adquiri a obra 'O Segredo da Flor de Ouro', contendo explicações de Carl Jung sobre os acontecimentos sincronísticos em nossas vidas.

Sete anos mais tarde, eu me vi noutra encruzilhada da vida, e o trecho "A Psicologia Moderna traz uma Possibilidade de Compreensão", ajudou a entender os eventos constelados pelo ser interior, através da Sincronicidade, mas alheios à vontade do ego. E os estudos da psicologia de Jung me deram luz para ampliar o conhecimento espiritual e elevar a consciência a outro patamar de compreensão sobre as encruzilhadas da vida e os eventos inesperados desencadeados durante a nossa existência...
Enquanto esteve conosco, Dona Maria perguntava sempre por que tinha de sofrer tanto. E eu me calava; não sabia como explicar uma série de coisas relacionada às vezes com a vida passada, para alguém educado na crença religiosa de existir uma única existência (o padre me dizia a mesma coisa no catecismo). Dizer a respeito de nossas opções a nível da alma antes de nascer ou karma (escolhas e ações), para quem não têm ainda vivências espirituais profundas?!

D. Maria, porém recebeu uma ajuda espiritual, antes de a levarmos para S. Paulo. De manhã, ao acordar ela nos contou esta história:

“Havia um homem que sofria muito e ele tanto se queixou, que o Senhor lhe apareceu; e ele perguntou: Senhor, por que tenho que sofrer tanto? (Note que eram as mesmas palavras que ela usava). E o Senhor, retrucou: ‘Você acha que sua cruz está pesada demais?’ O homem confirmou. Então o Senhor lhe perguntou: ‘Você quer escolher uma outra cruz?’ O homem disse que sim.

E o Senhor o levou até um lugar onde havia um monte de cruzes de todas os tamanhos e de os mais variados materiais; havia desde pequenas cruzes de pedras preciosas a cruz feita de troncos da árvores. (Note bem: eram cruzes, e não crucifixos criados pela Igreja). - E uma cruz atraiu o olhar do homem; apontando-a, ele disse: Senhor, esta é a cruz que eu quero! E o Senhor lhe disse: ‘Mas, esta é a sua cruz! Você escolheu a cruz de ouro; é muito brilhante, porém muito pesada!’ Ela compreendeu então que a cruz não lhe fôra imposta, e sim àquela de sua escolha; aceitou-a e a cruz já não lhe pesava mais tanto como antes”... 


D. Maria concluiu: Agora sei que eu também escolhi a cruz de ouro! – A sua história nos deixou arrepiados, nem tanto pelo drama que descrevia, e sim porque ela não sabia que sua filha, durante uma experiência de quase-morte, vinte um ano antes em 16.06.1954, fôra também guiada "do lado de lá" a esse mesmo ‘Lugar das Cruzes’...

Na época, deixamos de contar essa experiência aos nossos familiares: como lhes contar a odisseia que nos afastou da religião católica, para buscar nosso caminho espiritual?! Meus pais, católicos fervorosos, nunca ouviram falar disso no catolicismo nem os pais de minha esposa, que eram luteranos (ver a foto da Igreja Luterana de Nova Friburgo, sob o arco-íris).
E na experiência de minha esposa, o ensino fôra mais específico porque um elevado guia espiritual a acompanhou o tempo todo, talvez seu anjo da guarda. Comunicava-se com ela tanto do lado de cá quando acordada no hospital, como quando dormia e era levada a regiões de ensinos do "lado de lá", como o "Lugar das Cruzes".

Ali pôde observar três casos de pessoas antes de descer a este mundo material: primeiro, ela viu um rapaz tipo esportivo, que escolheu displicentemente uma cruz que lhe cabia no bolso da calça, e desceu; um homem, vestindo trajes de novo rico, que ostentava um relógio de ouro no colete, escolheu uma cruz ornada com pedras preciosas, e disse: Esta é para minha sala de visitas!

Outro, tipo asceta hindu, chamou-lhe a atenção: usava apenas uma tanga, e fazia enormes esforços para retirar daquele monte uma cruz feita de tronco de árvores. Então, o guia espiritual ao lado dela, disse. O interessante é que, no mundo físico, a cruz mais leve, pode tornar-se mais pesada do que a cruz de troncos de árvores e, esta, muito mais leve do que a outra!

Esse guia espiritual jamais se corporificou, embora "do lado de lá" ela tenha visto seres astrais na figura de santos; ele alertou-a, porém que eram apenas seres criados pelas mentalizações de imagens de santos, e não os verdadeiros homens santos. Revelou que nossas duas almas estavam presas por "nós do passado" e precisávamos buscar o caminho espiritual para liberar-nos desses laços [kármicos]. E salientou a importância da alimentação vegetariana para quem busca seguir seriamente a vida espiritual, e outras revelações que deixarei para outra oportunidade...

Falta relatar o final da história de Dona Maria. Três dias depois de internada na Clínica Tobias, ela deixou sua desgastada veste física. E na véspera me pediu que seu corpo fosse enterrado no túmulo da família no Cemitério S. João Batista em Friburgo, aonde fôra sepultado seu marido, dezesseis anos antes...
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Adquirimos uma urna para a veste mortal de Dona Maria e a levamos direto para a capela do Cemitério São João Batista em Nova Friburgo. Chegamos lá à noite, minha esposa e eu, acompanhados de uma amiga de origem japonesa, companheira de jornada. Sem descansarmos, fizemos o velório durante toda a noite com a presença de familiares e amigos de Nova Friburgo. O enterro começou logo cedo de manhã. Mas, Dona Maria ainda me ofereceria uma experiência inédita nesse enterro...
Eu fui ajudar a carregar o caixão, mas logo vieram me substituir. Não sei explicar por que, ao invés de reunir-me ao cortejo de a família dela, caminhei à frente, sozinho, e me sentia contente de havermos atendido seu último pedido. Aí estranhei que, sem me dar conta disso, eu caminhava com a mão esquerda sobre o coração. Quando quis abaixar a mão, vi pela primeira vez na vida algo que me encheu de profunda alegria: Dona Maria, não estava mais no caixão, estava de braço dado comigo!

Ela usava o vestido azul com rosinhas amarelas que mais gostava; não era a veste no caixão. Estava rejuvenescida, aparentava cerca de 35/40 anos, o apogeu feminino da mulher. E mais, sorria de modo radiante, a face iluminada de alegria. E ela telepaticamente, me disse: "Não tenho palavras para dizer a felicidade que estou sentindo!" Mas não era preciso me dizer mais nada; sua alegria radiante me transmitia muito mais do que simples palavras...
"E, quando o corpo corruptível se revestir da incorruptibilidade, e o que é mortal se revestir da imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita: Tragada foi a morte pela vitória". [I Carta de Paulo aos Coríntios, 15.54/55].

Lágrimas descem de meus olhos ao relembrar todas essas coisas, lágrimas não de tristeza, e sim de profunda gratidão... Obrigado, meu Deus, por todas essas dádivas! Agradeço a Ti e a seus Anjos, que nos protegem, orientam e permitem que compartilhemos todas essas lições da vida! (Campos de Raphael).
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