anjinhos

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

SALVOS NA NOITE DE NATAL POR UM ANJO DE CARRO-GUINCHO! - História Real. (Joan Wester Anderson).


Volto a partilhar a história real vivida por Joan Wester Anderson, que à intitulou de 'O Começo", após o auxílio angélico que salvou seu filho de morrer numa nevasca no Natal de 1983. Desde então ela passou a publicar histórias contemporâneas de quem recebeu auxílio inesperado do reino angélico... "Fatos que realmente aconteceram, transbordante de calor humano, arrepiante, no bom sentido, de pessoas iguaizinhas a você que, em tempos de graves situações, sofrimentos ou necessidades, viram-se na presença confortadora de Seres que às auxiliaram e as levaram para a Luz. Desafiando explicações racionalistas, os seres que encontraram só podem ser chamados de... Anjos". (Joan Wester Anderson). ['Por Onde Caminham os Anjos'].  

(*) "Somos seres espirituais vivendo experiências numa forma humana"... Ninguém nasce num certo dia e hora ao acaso como mostra o mapa astrológico. Mas, ao adentrar uma veste feminina ou masculina do espaço-tempo, nossa Alma esquece sua origem divina, a missão e as lições que escolheu para experienciar na 'Arvore da Vida', nome maya para a cruz, antes de os padres chegarem ao México! As características do 'Anjo da Guarda de seu natalício', porém revelam as qualidades e potencialidades que, através de seu Ser interior, você escolheu vivenciar no 'campo quântico das possibilidades' para expandir a consciência do 'Self' imortal, simbolizado por uma "criança divina"... NOTE BEM: A infância é pré-determinada pelo fator kármico ou escolhas antes de nascer, porém temos sempre a opção de mudar aqui o roteiro da vida, a partir da adolescência e adulta, para o Alto, o 'Bem Superior', ou para o 'Mal'. Tudo faz parte do aprendizado escolhido, regido pelo Amor e a Lei Universal: "O que homem semear, isso também colherá"... (Campos de Raphael).

Mensagem da Árvore de Natal! - (Click na imagem)

Escolha uma música que aquiete a mente e 'fale' ao seu coração... Minimize, reabra o portal e a ouça durante a leitura dos textos:
‘Merlin’s Magic’. Angelic Heavenly. (1h:02).

Aniversariante do Dia. Mensagem!   Anjo do Dia: ‘VEHUEL’. 49º Anjo. Categoria angelical 'Principados', responsável pelos estados, países e reinos, como também pelos reino mineral, a fauna e a flora.... 'Vehue', protege quem nasce hoje 12/12, bem como em 23/02, 07/05, 19/07 e 30/09. Carta do Tarot: O Carro. Salmo: 08. Mês de mudança: julho. Planeta: Sol. Hora: 5:20 às 5:40 da tarde. "Este anjo ajudar a elevar a Deus para todas as manifestações benéficas, a glorificação de todas as pessoas e a admiração do reino celestial... Quem nasce sob esta influência se distinguirá por seus talentos e virtudes; sua grande generosidade pode ser vista através de sua aura. Fiel executor das causas nobres, incentiva as pessoas, através de seu exemplo, a seguirem sua boa conduta. Luta pelo bem e glorifica a Deus. Será querido pela Divindade, por sua facilidade em perdoar os erros dos outros, seja quem for. Julga sempre de modo prudente. Com senso de humor poderá criticar, sem arrogância, o que perceber nas pessoas. Será inovador, imparcial, dinâmico e inteligente, apesar de individualista. Devido ao sua grande profundidade mental, terá facilidade em se expressar com pessoas de qualquer classe. Torna-se mais estável após o casamento e sua família será unidade e harmoniosa. Fisicamente esbelto e elegante, intelectualmente aberto e refinado; poderão considerá-lo 'difícil' de levar. Terá reconhecimento social, que encara como prova de que a vida só é 'dura' para quem não sabe aproveitar as oportunidades que lhe são oferecidas. Dotado de grande virtude moral, não gosta de pessoas que faltam aos seus compromissos. Seu amadurecimento terreno espiritualiza e enobrece o seu caráter".
Profissionalmente: "Poderá ser um escritor genial, muito criativo, que respeitará a espiritualidade. Dotado de agudo senso crítico, será ótimos nas organizações empresariais. Devido a seu enorme capacidade de evolução, é possível que tenha dons formidáveis para a arte ou atividades culturais"...
Gênio contrário (*): [Aspecto 'sombra junguiano']... "Domina o egoismo, a raiva, o ódio, a hipocrisia e a vingança. A pessoa sob a influência deste gênio contrário, poderá ter tendência à infidelidade e as paixões repentinas. Poderá ser presunçoso, planejar represálias, revanches e praticar magia negra". [ Fonte: 'Anjos Cabalísticos', p. 127/28. Monica Buonfiglio. 1993]... (*) O 'gênio contrário', ou aspecto sombra na psicologia junguiana, tende a aflorar em nós nos estados de depressão, pensamentos negativos e problemas psicológicos não resolvidos. Revelam sempre aspectos sombrios inconscientes da persona - totalmente opostos às características do anjo da guarda... Sua força opositora, porém desaparece quando nos conscientizamos dele em nossas ações e reações negativas, e assim aprendemos a lidar com esses aspectos sombrios ao integrá-los à luz da consciência: "As trevas não suportam a Luz!"... (Campos de Raphael).

 PRINCIPADOS: Príncipe-Arcanjo: 'Haniel'. Carta do Tarot desta categoria: O Carro. Mapa astral: Analise onde está a regência do planeta Vênus. Seu encontro com Deus: Grandes espaços abertos, o topo de montanhas peto das nuvens. Quando o ar está puríssimo e o sol brilha com muita intensidade. Manifestação: Quando existe muita luminosidade, sem ventos; podendo haver neve. Representação: Quando de renovam os relacionamentos cotidianos... Para saber mais (click)‘Anjo da Guarda de seu Nascimento’.


Dicas de Saúde - ('Anjos de Cura'):
 'Bicos de papagaio', dores de coluna, articulações e cálculos biliares (pedras nos rins)!? - Podem provir da carência de magnésio em nosso organismo! Conheça um segredo médico, revelado por estes Clínicos (Click):

HISTÓRIA REAL: "O COMEÇO"... (Joan Wester Anderson).
“Milhões de criaturas espirituais andam pela terra,/ ignoradas, estejamos acordados ou dormindo”... (‘O Paraíso Perdido’. MILTON).

Passava um pouco da meia-noite de 24 de dezembro de 1983. O Meio-Oeste tiritava sob uma onda de frio, agravada por ventos de tempestade e encanamentos congelados. Embora nossa casa, em um subúrbio de Chicago, ressoasse com os sons tranquilos de uma família em repouso, eu não podia ser parte deles, até que o carro de nosso filho Tim de 21 anos de idade entrasse na garagem”...

Naquele momento, Tim e dois colegas vinham para casa passarem o Natal, a primeira viagem de volta desde que haviam mudado para o Leste no mês de maio último. Na noite anterior, Tim me tranquilizara ao telefone:

- Vamos viajar amanhã, antes do alvorecer, e guiar direto até aí. Tudo vai correr bem!

Crianças! Que coisas insanas que fazem! Em circunstâncias normais, a viagem deveria levar umas 18 horas, de Connecticut a Illinois. O tempo, porém tornara-se tão perigosamente frio que os boletins de rádio advertiam que ninguém devia sair de casa… E não tínhamos recebido notícia alguma dos viajantes.

Preocupada, imaginava-os rodando numa estrada deserta. E se tivessem problemas com o carro ou se perdessem o caminho? E se tivessem sido detidos por algum motivo, por que Tim não telefonara? Eu andava inquieta de um lado para o outro e rezava, daquela maneira que todas as mães conhecem bem:“Deus, envia alguém para ajudá-los”...
“Naquele momento, segundo eu soube mais tarde, os três haviam feito uma curta parada em Fort Wayne, Indiana, para deixar Don na casa da família. O bom senso sugeria que Tim e Jim pernoitassem ali e reiniciassem a viagem no dia seguinte pela manhã.

Mas quando é que o bom senso prevalece no caso de jovens que acham que tudo podem? Faltavam apenas quatro horas de estrada para chegar em casa. E, embora aquela fosse a noite mais fria na história do Meio-Oeste, as estradas cobertas de neve e desertas, os dois tinham reiniciado a viagem.

Haviam percorrido alguns quilômetros de uma estrada rural de acesso à estrada de pedágio de Indiana, quando notaram que o motor do carro parecia lento, girando erraticamente e caindo velocidade para 15 a 25 km/h.

- “Não” – disse o locutor no rádio do carro – “repito – não se arrisquem a sair de casa hoje à noite, amigos. Está fazendo um frio recorde de 70º graus abaixo de zero, e significa que a pele exposta congelará em menos de um minuto”.

Tim olhou inquieto para Jim. O carro arremeteu e tossiu e voltou a diminuir de rotação.

- “Tim” – disse Jim na escuridão -, “o motor não vai morrer aqui, vai?”

- Não podemos – respondeu Tim, pisando no acelerador repetidas vezes. – Nós morreríamos, com certeza.

Mas, em vez de ganhar velocidade, o motor gaguejou, rateando e baixando o número de rotações. Cerca de quilômetro e meio adiante, no alto de uma pequena elevação, o carro foi perdendo forças lentamente e parou de todo, como se congelado...
Horrorizados, Tim e Jim entreolharam-se. Podiam ver a paisagem através dos campos, em todas as direções, mas, o carro deles era o único à vista. Deram–se conta, pela primeira vez, de que corriam perigo extremo. Não havia tráfego, nenhum refúgio à frente, nem mesmo a luz de uma casa de fazenda piscando a distância. Era como se tivessem descido num planeta desconhecido, sepultado sob a neve.

E um frio inacreditável! Nunca, em toda sua vida, Tim experimentara um frio tão arrasador. Não podiam correr e pedir ajuda. Disso tinham certeza. Ele e Jim eram jovens e fortes, mas, mesmo que houvesse abrigo a curta distância, jamais sobreviveriam. A baixa temperatura os mataria em questão de minutos.

- Alguém logo vai aparecer – murmurou Jim, olhando em todas as direções. – Tem que aparecer.

- Não acho que vá aparecer ninguém – respondeu Tim. – Você ouviu o rádio. Todo mundo, em todo o mundo, está dentro de casa esta noite... exceto nós.

- Nesse caso, o que é que vamos fazer?

- Não sei. - E Tim tentou dar partida ao motor. A chave de ignição tilintou no silêncio, inutilmente. Um frio de congelar os ossos penetrava no interior do carro, e ele sentiu que seus pés começavam a ficar dormentes.

“Bem, Deus”, rezou, repetindo sem saber a minha oração distante - “Você é o único que pode nos ajudar agora”...
Parecia impossível continuar desperto por muito mais tempo. Em seguida, como se já tivesse deslizado para um sonho, os dois viram faróis acendendo e apagando à esquerda um pouco atrás do carro.

Mas isso era impossível, pois não haviam visto nenhum ponto de luzes duplas a distância, e ninguém chegando que lhes pudesse dar esperança. De onde viera aquele veículo? Já teriam morrido? Mas, não. Isto porque, milagrosamente, alguém batia na janela do lado do motorista:

- “Precisam de reboque?” - Incrédulos, ouviram o seu grito abafado. Mas era verdade. O salvador guiava um caminhão-guincho...

- Precisamos! Oh, se precisamos!

Rapidamente, os dois conversaram entre si, enquanto o motorista, sem mais palavras, dirigia-se para a frente do carro e engatava correntes. Se não houvesse garagens abertas a essa hora, pediriam àquele homem que os rebocasse até a casa de Don, onde poderiam passar o resto da noite.

Envolvido quase inteiramente em uma parka de peles, com capuz e cachecol que lhe deixavam de fora só os olhos, o motorista inclinou a cabeça ao ouvir-lhes o pedido, e nada mais disse. Notaram que estava calmo, quando subiu ao caminhão-guincho, aparentemente indiferente às circunstâncias perigosíssimas em que os encontrara...
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“Estranho que não sinta curiosidade sobre nós”, pensou Tim, “e nem explicou de onde veio ou como conseguiu aproximar-se de nós sem que o tivéssemos visto... E havia algum letreiro no lado do caminhão?” Tim nada notara. “Ele vai nos apresentar uma conta e tanto, numa noite como esta. Vou ter que tomar dinheiro emprestado a Don ou ao pai dele”...

Exausto com toda aquela tribulação, Tim afundou-se mais no assento e aos poucos os pensamentos morreram. Passaram por dois postos de serviço fechados, pararam em um telefone público para dar aviso a Don e logo depois estavam sendo rebocados pelo bairro conhecido de Fort Wayne. Silêncio geral. Luzes de Natal há muito tempo apagadas e famílias dormindo. Ainda assim, a rua de Don pareceu-lhes a mais agradável que jamais havia visto.

O motorista manobrou com cuidado em volta do beco sem saída e parou em frente à casa de Don. Entorpecidos de frio, Tim e Jim correram para a porta lateral onde Don já os aguardava e cambaleantes adentraram para a cozinha agradavelmente quente, finalmente em segurança. Don fechou a porta para evitar a entrada do vento gelado. E perguntou:
- “Hei, o que foi que aconteceu?!”

Tim, porém o interrompeu: - O motorista do caminhão, Don. Vou ter que pagar a ele... Preciso que você me empreste...

- “Espere aí” – Don franziu as sobrancelhas e seu olhar passou pelos amigos e pela janela. – “Não estou vendo nenhum caminhão-guincho aí fora”...
Tim e Jim viraram-se. Ali, estacionado junto ao meio-fio, apenas o carro de Tim. Na noite clara como cristal não tinham ouvido som algum de correntes sendo retiradas, batida de porta nem ronco de motor se afastando... Ou conta para pagar, recibo para Tim assinar, nem adeus, ‘muito obrigado’, nem mesmo um ‘Feliz Natal!’...
 Atônito, Tim correu de volta para a entrada de automóveis até o meio-fio, e tampouco viu luzes traseiras a distância, nem som de motor pelas ruas silenciosas; absolutamente nada que marcasse a presença do caminhão-guincho”. 

Nesse momento, Tim viu marcas de pneus no chão coberto de neve. Mas havia apenas um conjunto de marcas circundando o beco sem saída. E pertenciam ao seu carro!

- “Teria sido um anjo? Nossa família nunca saberá com certeza. Mas, na véspera de Natal de 1983, ouvi o roçagar de asas quando um motorista de caminhão-guincho respondeu a uma convocação celestial e trouxe em segurança nosso filho para casa”... (Joan Wester Anderson). [Extraído de ‘Por Onde Caminham os Anjos’, p. 15/20. Ediouro. Título original: 'Where Angels Walk'. 1992]. (*)
(*) COMENTÁRIO: Dias atrás, recebi a mensagem de uma leitora que sentiu-se 'tocada' profundamente por essa história real, publicada no ano passado, e senti que deveria republicá-la nesta antevéspera do Natal de 2014, para que outras pessoas a conheçam... 

Identifico-me com os relatos e histórias reais de Joan, porque também divulgo o trabalho angélico de amor incondicional, através deste portal, depois que o Anjo Guardião de meu nascimento físico, 'Veuliah', passou a comunicar-se através de sinais e intuições, em 17.02.2001. Na época residíamos numa casinha na zona rural de São Pedro da Serra/R.J.

Essa casa me fôra mostrada num sonho-visão em fins de 1995, quando morávamos em Itanhaém, no litoral de São Paulo. No sonho eu me vi no alto de uma montanha num lugar que desconhecia, quando uma jovem de feições angelicais aproximou-se para dar-me a mensagem de que o ciclo em São Paulo se completara e havia chegado a hora de retornarmos para o Rio de Janeiro. E levou-me para conhecer a casa nas montanhas que estava reservada para nós...
O sonho foi decisivo para deixarmos a moradia na praia e adquirir um apartamento em Nova Friburgo/R.J. e para lá nos mudamos no início de 1996. Três anos mais tarde sentimos o impulso de conhecer a região de Lumiar e dali subimos um pouco mais até São Pedro da Serra. Ao adentrar a praça principal, sentimos a forte radiação espiritual do lugar.

Desconhecendo estar sendo guiados pelo meu Anjo Guardião, fomos conhecer os arredores e fomos parar primeiro no paredão do sopé da montanha de onde vinha aquela energia especial. O paredão e a energia lembrou-nos de imediato o santuário Montségur, Sul da França, onde estivéramos duas vezes, em 1963 e 1980.
Quando descemos dali, seguimos até o limite da cidade, e começamos a adentrar uma estrada rural, quando vimos uma casa para alugar, pouco acima da estrada. O dono logo nos ofereceu para mostrá-la, e ao chegar numa de suas altas varandas, levei um choque:

À nossa frente vi os telhadas das casas e um vale entre montanhas; à esquerda, um elevado pico rochoso se destacava no horizonte... A montanha de onde acabáramos de descer. Era exatamente a imagem do sonho-visão que me fôra mostrada anos antes para reconhecer a casa!
Aluguei-a nos mudamos de imediato para lá em meados de 1999. A casa nos proporcionou vários eventos significativos, culminando com o inicio da comunicação direta de nosso Anjo Guardião conosco. Só depois disso é que "descobri" que a jovem do sonho, fôra na verdade o meu Anjo!

E na manhã do dia 17.02.2001, ao abrir a porta da frente achei uma peninha de coruja caída no meio da soleira de entrada da casa, e senti forte a intuição de que era um sinal de meu anjo. Pouco depois, um gato macho de rua trouxe-nos um gatinho que perdera a mãe envenenada para que cuidássemos dele. E nem sabia, ser dia sob a proteção de 'Veuliah', um Anjo regidos pelo Arcanjo Raphael. (Campos de Raphael).

Veja também: 
Recadoseglitters.com
'A Comunicação com os Anjos nos Sonhos' 

Click no Anjinho da Lâmpada e conheça:
 Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).
[Revisto e atualizado em 29.11.2016. Rio das Ostras/R.J. Brasil].

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