anjinhos

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

APRIL – O Anjo Guardião Feminino de Gail - (‘Anjos Entre Nós’ ).

“Independentemente das circunstâncias de sua vida, tragédias, dificuldades, doenças e outras provações, existe sempre uma conexão prateada. Em algum ponto da situação, os anjos aguardam para lembrá-lo de que você tem o poder de mudar qualquer coisa num acontecimento positivo, simplesmente mudando o modo de como pensa sobre o fato e a ele reage”. (Terry Lynn Taylor). [Cf. ‘Os Anjos Respondem’, p. 92. Pensamento].
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APRIL - O Anjo da Guarda Feminino de Gail - (‘Anjos Entre Nós’).

A primeira coisa que Annabel fez quando voltou do trabalho em sua butique foi telefonar para a cunhada Candice e planejar ir com Fred visitá-la após o jantar daquela noite. Exceto em ocasiões especiais, a responsabilidade de Gail, a babá de sua filha Shannon, terminava quando Annabel chegava em casa. Quando o marido Fred chegou, ela lhe falou acerca de irem à casa de Candice, a irmã dele...
"Annabel sempre achara fácil conversar com Candice, mas, desta vez percebeu certa tensão sob a superfície, a conversa leve escondendo um medo secreto".
Annabel terminou a xícara de café que Candice lhe havia servido, e indagou: – Como se sente hoje? – Diga a verdade.
- A coisa não melhora. Falo dessa sensação que tenho.
- Conversou com o médico?
- Hoje não. Ele acha que eu preciso de um psicanalista...
- O médico tem o dever de escutar, tanto quanto de fazer alguma coisa.
- Ele não pode fazer nada. E acho que vou perder essa criança, não importa o que eu faça.
- Candice, quando você... perdeu a outra criança, diz que não teve pressentimento nenhum?
- Fui para a cama e estava dormindo, quando tive um sonho. Sonhei que o médico estava fazendo o parto. Aí acordei e... – A voz sumiu. Ela pôs a xícara na mesa do café. – O que eu sinto não é que alguma coisa esteja errada. Eu me sentia muito bem antes, mas sentir não significa nada. O fato de que estou me sentindo bem agora não garante nada. Porque a coisa pode acontecer sem aviso prévio. E... – Lágrimas lhe vieram aos olhos. – Eu tenho medo, Annabel.
Annabel sentou-se ao seu lado, no sofá e passou os braços em torno de seus ombros. Durante alguns instantes, Candice chorou em silêncio, depois se recompôs.
- Sempre quisemos ter filhos, e esta pode ser a nossa última chance. Mas eu acho que ninguém pode ajudar.
Annabel pensou um pouco. – Você conhece Gail, a nossa babá. Ela tem um a idéia interessante, acha que as pessoas têm anjos da guarda que velam por elas.
- Um anjo da guarda?
- É um pensamento consolador. Se soubéssemos que temos um anjo, poderíamos enfrentar quase qualquer coisa sem ter medo.
- Eu gostaria de ter um anjo.
- Quem sabe você tem?
- Você não acredita nisso...
- Talvez acredite. Gail, a babá de Shannon, diz ter visto um anjo duas vezes. E, duas vezes, o anjo a ajudou, ou ajudou alguém através dela...
Depois de um instante, Candice abanou a cabeça. – Não posso acreditar nisso. Onde estava o meu anjo quando perdi a minha criança?
- Não sei – disse Annabel, segurando a mão de Candice -, mas você se importa se eu pedir a Gail que lhe conte pessoalmente as suas histórias? Isso talvez a ajudasse.
Candice sorriu. – Tudo bem. Mas não acho que nenhuma história que ela possa contar sirva de alguma coisa.
Na manhã seguinte, Annabel antes de sair para a butique virou-se para Gail: – Queria lhe pedir uma coisa, Gail. Lembra-se da minha cunhada, Candice Martin?
- Lembro. Sonhei com ela ontem à noite.
- Sonhou com Candice?! – disse Annabel, surpresa.
- Devo dizer-lhe uma coisa que vai ajudá-la.
- Venha comigo, Gail – disse Annabel, levando Gail para duas cadeiras da sala de jantar. - Conte-me o que você sonhou.
- Eu ia contar-lhe hoje à noite –disse Gail. E, depois de hesitar um pouco. - Não sonhei propriamente com Candice. Vi o meu anjo. E me disse que a criança de Candice vai nascer sem problemas.
Annabel procurou pôr os pensamentos em ordem. Gail tinha visto Candice uma vez só. Na ocasião, era óbvio que Candice estava grávida. Mas Annabel nunca lhe havia mencionado qualquer problema possível com a criança de Candice.
- Há alguma coisa errada com a criança? – perguntou Gail.
- Não, – respondeu Annabel, sacudindo a cabeça. – Ainda não. Mas Candice teve um aborto quando esteve grávida da última vez.
- Então pode dizer a ela que desta vez não se preocupe.
- Você diga a ela, Gail, por favor. Era sobre isso que eu queria pedir-lhe. Fale com Candice e conte a respeito do seu contato com o anjo. E agora você tem alguma coisa até melhor para dizer a ela.
- Terei prazer em falar com ela.
- Vou telefonar e perguntar se podemos ir lá hoje à noite, se não houver inconveniente.
- Está bem.
Annabel sorriu, deu-lhe um tapinha no ombro e levantou-se. – Eu bem queria poder acreditar em anjos como você. Mas receio que teria de ver um anjo fazer alguma coisa milagrosa, algo que não pudesse ter outra explicação.
– Os anjos podem fazer qualquer coisa, Annabel.
Candice, naquela noite tinha uma porção de perguntas a fazer a Gail. Annabel não sabia o quanto a cunhada acreditou nas histórias da babá. Mas percebeu que o sonho de Gail a afetara de modo benfazejo.
“Candice desejava desesperadamente acreditar que a criança nasceria sem problemas, e ali estava alguém que sonhara que um anjo lhe fazia essa promessa”... [Cf. ‘Anjos Entre Nós’, p. 112/15. Don Fearheiley. Nova Era].
Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).

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