Estrelinhas

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

ANJOS: IMPLACÁVEIS OU PROTETORES? Veja a Verdade Sobre o Trabalho Angelical.

“O homem é um deus enfaixado. O Tempo é uma faixa. O Espaço é uma faixa. A carne é uma faixa… São faixas todos os sentidos e as coisas por ele percebidas. A mãe sabe que as faixas não são a criança. A criança, porém, não o sabe”… [Cf. ‘O Livro de Mirdad’, cap. 4. Mikhail Naimy. Editora Rosacruz-Áurea].

Atenção: Quarta-Feira (09.02.2011), ao acessar o Google e procurar na WEB este “portal de anjos”, apareceu um homônimo, o site http://www.portaldeanjos.com.br. Apresenta belas imagens de anjos e tem sofisticado Design (você acessa pelo link – e até recomendo), porém o vínculo entre nós existe em servir aos Anjos e ao próximo. E seu registro consta como 2009, ano que também iniciamos e publicamos aqui “A História do Portal de Anjos”. Quem sabe foi "coincidência significativa" propiciada pelos anjos?

“Quando as ocupações se nos propõem, devemos aceitá-las; quando as coisas acontecem em nossa vida, devemos compreendê-las até o fundo”. LÜ DSU... [Cf. ‘O Segredo da Flor de Ouro’, p. 34. C.G. Jung].

Anjo da Guarda: V. ainda não sabe qual é o seu? Acesse nossa página (Clic): “Conheça o Seu Anjo da Guarda" ‘Anjos Cabalísticos’. (Campos de Raphael)”, ou à da autora, Monica Buonfiglio (Clic): "Descubra seu anjo pelo mês de nascimento"..

Intróito: Nesse Natal, um amigo jornalista e jornaleiro em Friburgo me presenteou com a revista VEJA, contendo um artigo sobre anjos: “Mensageiros de Deus, às vezes implacáveis, às vezes protetores, eles simbolizam a mais elevada espiritualidade – mas hoje também aparecem como personagens da cultura pop". (‘VEJA’. 22.12.2010).

Primeiro fiquei surpreso pela abordagem do tema na mídia, mas logo me decepcionei ao ver informações distanciadas da verdade sobre o trabalho dos anjos junto à humanidade. “Dada essa proximidade, esse tema aviva a imaginação de certo tipo de pessoas e, devido a isso, são em geral publicadas e difundidas informações dúbias e sem bases reais... que apenas retarda a efetivação do relacionamento correto dos homens com eles” – diz o ‘Glossário Esotérico’, p. 114.

A publicação da VEJA nos motivou a citar relatos contemporâneos de pessoas comuns que, como nós, experienciaram um tipo de contato que nos revela a face verdadeira do amoroso trabalho angelical.
Na verdade, “o ser humano estabelece ligação com os anjos quando se volta para o mundo interno e sua realidade isenta de conflito”. E ao longo da História, a Hierarquia angélica se fez notar de vários modos: “Todavia, quando o relato dos contatos e relacionamentos com ela não é feito por Iniciados, ocorrem deturpações mesmo involuntárias devido a interferência de concepções humanas nesse impulso que, por si só, é supra-humano. Contudo, a irradiação e o intenso trabalho harmonizador da Hierarquia angélica são potentes, dinâmicos e não se detêm com os enganos do homem nem com o caos que nos níveis materiais hoje se amplia”... diz Trigueirinho. [Cf. Hierarquia Angélica. ‘Glossário Esotérico’, p. 185. Pensamento].

“Há males que vêm para o Bem”... Em razão daquele artigo da VEJA, decidi publicar fatos reais de pessoas que, como nós, experienciaram inesperado contato ou auxílio de seu anjo guardião.

Os relatos foram extraídos de “Por Onde Caminham os Anjos”, da autora Joan Wester Anderson, colhidos às vezes diretamente com as pessoas envolvidas.

São fatos acontecidos com pessoas que, em tempos de necessidades, sofrimentos ou graves situações sentiram, de repente, a presença amorosa de Seres que não só as tiraram de momentos angustiantes, como transformaram e deram um novo sentido à sua própria vida.
Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).

"Anjos Por Toda a Parte em Volta de Mim". - Joan Wester Anderson.
“Ainda assim, muitos não acreditam que haja tal coisa como simpatia entre almas”. Issak Walton. ’Life of Dr. Donne’.
“Não foram muitas as pessoas a quem contei esta história. Acho que tinha medo que minha família e meus amigos rissem de mim ou pensassem que eu estava sofrendo de alucinações...”
“Se tentar explicar-lhes o que vi, eles me lançarão Aquele Olhar, como se achassem que eu preciso de aconselhamento psicológico...”
“Tudo aconteceu tão rápido que não pensei em uma intervenção de anjos, não até dias depois. Nessa ocasião, comecei a reunir as peças...”


Era uma alegria ler as cartas. Nos meses que se seguiram, à medida que outras revistas publicavam meu convite – e eu reunia coragem suficiente para solicitar às platéias histórias sobre o assunto em palestras bem-humoradas e em reuniões de escritores - muitos estranhos me contaram seus “casos especiais”. Escrevi também a alguns autores de livros sobre anjos, pedindo-lhes que me informassem de suas introvisões sobre o assunto e solicitando os endereços de pessoas a quem haviam entrevistado.

Achei fascinante que, embora variassem os incidentes envolvendo anjos, a reação dos que haviam deles participado era quase sempre a mesma, e dupla: em primeiro lugar, hesitação em falar no caso, e em seguida, quando era vencida, uma reverência que, mesmo anos depois, continuava a ser vividamente despertada pela recordação do incidente.

Era compreensível a reação em levar o caso ao conhecimento publico. Tais como pessoas que experimentaram morte clínica, foram ressuscitadas e tentaram contar o que viram, meus entrevistados sentiam-se muitas vezes rejeitados.

Aos poucos, aprenderam a pensar nesses incidentes e guardá-los só para si, com receio de que o maravilhoso fosse atenuado pela descrença. Nenhum deles queria perder aquela preciosa convicção de que haviam sido especialmente abençoados, que haviam tido permissão – ainda que por um curto momento – de olhar dentro de um mundo que em geral têm que aceitar na base da fé.
A resposta emocional parecia também universal. Uma mulher de meia-idade, conversando comigo numa escada durante uma pausa numa reunião de escritores, descreveu-me uma cena de sua infância.

Irritada por algum assunto trivial, correu para um bosque e imediatamente se perdeu. Continuou a andar enquanto o céu escurecia e, horrorizada, descobriu que reencontrava suas próprias pegadas: estivera andando em círculos.

De repente, sentiu uma mão suave na testa e uma terna voz interior disse-lhe que “seguisse diretamente para frente”. Obedeceu no mesmo instante e, menos de dois quilômetros adiante, viu sua casa no horizonte.

- Já se passaram 45 anos, mas ainda posso sentir aquela mão e ouvir aquela voz maravilhosa – contou ela, os olhos enevoando-se, engolindo em seco e olhando por sobre minha cabeça para um lugar onde eu não podia segui-la.

Outras pessoas engasgavam-se ao telefone quando tentavam descrever o que tinham visto ou ouvido. Embora nenhuma delas pudesse explicar bem o que acontecera, todas pareciam transformadas à luz do encontro.

Separando e classificando as respostas, notei que elas se incluíam em vários grupos. Tais como a senhora nos bosques, algumas pessoas não mencionavam encontros com um anjo em forma humana, mas haviam visto luzes, ouvido uma voz, sentido um toque.

Outras mencionavam consciência de uma “presença” durante momentos importantes, como se amigos especiais tivessem chegado para compartilhar da ocasião.

- Eu estava visitando uma vizinha no hospital – disse uma delas -, quando, de repente, senti a companhia de anjos em toda a parte à nossa volta. “Oh! Há anjos aqui”, eu disse antes de poder evitar. A paciente e a irmã dela pareceram surpresas, mas pouco dispostas a aceitar o que eu dissera.

“Na manhã seguinte, a vizinha faleceu e, mais tarde, a irmã me disse que fôra um grande consolo saber que anjos haviam estado ali no quarto conosco. Já se passaram 40 anos e nunca mais tive uma experiência semelhante, mas ainda me lembro daquela indescritível sensação”.

Numerosas cartas envolviam leitos de agonizantes, ocasião em que os que estavam de vigília viram um brilho no rosto do moribundo, ou o ouviram falar com alguém desconhecido, antes de fechar os olhos pela última vez.

- Olhe, mãe, há anjos por toda a parte aqui e um deles é mais belo do que os outros – disse uma criança de 11 anos que estava morrendo de peritonite.

- Eu não os estou vendo, Joey – respondeu a mãe. Pensando que o filho estava delirante, tentou acalmá-lo, mas Joseph insistiu:

- Veja, eles estão aqui, tão perto que poderia tocá-los – repetiu. A desolada mãe de Joseph ficou impressionada com a atitude de profunda alegria e paz do filho. O fato tornou-se um consolo para toda a família.

F.S. Smythe, que tentou escalar o Monte Everest em 1933, escreveu sobre a mesma “presença amiga” no relato que fez da expedição.

“Uma sensação estranha apossou-se de mim, de que eu estava sendo acompanhado por alguma coisa. Nessa companhia, eu não podia sentir-me solitário nem mal algum poderia me acontecer. Esteve sempre ali para me dar forças em minha escalada solitária pelos paredões cobertos de neve. Quando parei e tirei um pedaço de bolo de menta do bolso, a presença era tão próxima e forte que, instintivamente, dividi-o em duas metades e virei-me com uma metade na mão para oferecê-la ao companheiro”.

Outra correspondente falou-me sobre uma ocasião quando tinha 17 anos de idade e, durante várias noites seguidas, sentira uma presença ao pé da cama. “Não vi realmente nenhuma coisa alguma”, explicou ela. “Era mais aquele tipo de sensação que temos quando achamos que alguém nos olha no tráfego ou quando estamos lendo ou sentada de costas para uma porta”.

Sentiu que havia dois anjos ao pé da cama, lado a lado, de frente para ela. A missão deles parecia ser de simples tranqüilização e a mocinha sentiu-se aquecida, protegida e em paz. Os anos seguintes de sua vida foram turbulentos. “Mas, saber que dois anjos haviam me guardado durante aquelas noites – e, provavelmente, ainda estavam por perto – evitou que eu duvidasse de um Deus compassivo”.
Teólogos sustentam que, embora anjos possam aparecer e, de fato, apareçam como seres humanos, a imagem deles não é necessária para que lhes seja sentida a presença. Deus e Seus mensageiros estão tão perto daqueles que não os vem como daqueles que os vêem [grifo nosso].

Com certeza deve haver ocasiões em que nem nos damos conta de que um anjo nos ajudou. Sentimos uma cutucada, uma ânsia misteriosa de fazer alguma coisa um tanto diferente. Ou alguma coisa é estranhamente resolvida para nós. Talvez um relâmpago súbito de introvisão seja, na verdade, um espírito intervindo para nos manter seguros e sadios.

“Um anjo estende os braços e nos dá um abraço celestial e nós dizemos “Que dia maravilhoso!”, escreveu um crente.

Outro grupo de correspondentes dizia que não viu ninguém os protegendo – mas que outras pessoas em volta deles viram. Um leitor enviou-me a história bem documentada de Alice Z., uma jovem Adventista do sétimo Dia que vendia livros de porta em porta em um bairro hostil nas filipinas.

Foi recebida em uma casa onde, estranhamente, os cães de guarda se mostraram amigos, e não ferozes. Duas cadeiras lhe foram oferecidas, em vez de uma, e a dona da casa dirigiu-se à segunda cadeira como se houvesse alguém ali e disse a Alice que seu “companheiro” ficava muito bem de branco.

Descobri episódios semelhantes em que a pessoa protegida, como no caso de Alice, nenhuma consciência tinha de que havia alguém com ela, embora as testemunhas – todas elas fidedignas e normais – insistissem em que estavam vendo pessoas.

A maioria de meus correspondentes, no entanto, disse que tivera encontros com anjos em forma humana. Alguns trouxeram mensagens, outros os resgataram de situações difíceis ou arriscadas. Na maioria das vezes, esses visitantes eram de poucas palavras – faziam o que tinham de fazer e iam embora. Às vezes, havia algo de sobrenatural sobre a experiência no momento em que acontecia e a pessoa reconhecia o ser em causa como um anjo.

O pregador John Weaver e alguns companheiros, por exemplo, havia ido caçar alces em Montana. John estava a uns dois terços do cume de uma elevação quando viu um homem saindo das árvores do morro próximo. O estranho nem usava o traje alaranjado de caçador nem trazia rifle. Embora desse a impressão de andar em passo normal, cobriu a distância que os separava com tal rapidez que pareceram segundos. E não deixou pegadas na neve.

- “O homem subiu a encosta até onde eu estava e apertou-me a mão. ‘John, você sabe quem sou eu?’ perguntou-me”. E Weaver sabia, graças aos olhos iluminados da fé. O homem era o mesmo ser que o ajudara cerca de 20 anos antes quando seu carro tinha se quebrado.

Os dois sentaram-se sobre umas pedras, discutiram o trabalho pastoral que John vinha fazendo e suas necessidades – como se fossem dois amigos conversando -, depois do que o visitante angelical foi embora, mas não sem antes garantir a Weaver o amor e a constância de Deus.

Nesse caso, devido ao fenômeno das pegadas e do reconhecimento espiritual imediato, Weaver teve certeza de que o visitante era um anjo. Nos casos da maioria de meus correspondentes, no entanto, os encontros foram tão convencionais que mais tarde eles começaram a especular.

“Aquilo me pareceu uma coincidência grande demais”... ou “Passou algum tempo,até que eu me desse conta como aquilo tudo fôra estranho”..., eram os comentários clássicos. Uma vez que esses “visitantes” apareciam em forma humana, era fácil, inicialmente, explicar-lhes a presença em termos racionais.

Mas essa situação não era nova, descobri. Ao longo de todo o tempo, anjos costumeiramente apareceram na forma que a pessoa visitada estaria mais propensa a aceitar – e talvez uma versão alada para crianças ou um tipo avoengo benigno a uma mulher em estado de aflição.

Descobri casos de anjos que falavam dialetos conhecidos ou assumiam a mesma raça que os visitados. “Anjos, e apenas anjos, são mentes sem corpo”, diz o filósofo Mortimer J. Adler, no The Angels and Us (Nova York, Macmillan, 1982). “O fascínio deles reside no fato de que, quando assumem corpos, fazem-no apenas para o propósito de desempenhar seu ministério terreno“.

Tampouco pareceu importar – pelo menos para meus correspondentes – se eles sabiam ou não que o visitante era um anjo; nem reconhecimento nem fé eram requisitos para a ajuda.

Mas parece haver um denominador comum: a escritora e especialista em anjos Betty Malz observa que a proteção angelical aparentemente nunca ocorre quando pessoas estão deliberadamente infringindo as leis da sociedade ou mesmo as leis naturais – como, por exemplo, guiando em alta velocidade por uma estrada ou roubando ou maltratando alguém.

Seguir a própria vontade obstinada ou mergulhar no perigo, à espera que Deus nos salve, diz Malz, aparentemente nos tira da “zona de segurança” na qual operam os anjos. Elas e outros autores acreditam, no entanto, que algumas pessoas podem interceder por nós e, talvez, chamar ajuda espiritual.

Muitas dessas histórias confirmam a observação de Malz: meus correspondentes estavam pedindo ajuda ou, de alguma maneira, “sintonizados” com o reino celestial quando a ajuda chegou. Alguns chegaram a sugerir uma teoria parecida: A menos que lhes invoquemos deliberadamente a ajuda, os anjos só podem ajudar de forma limitada.


Finalmente, um pequeno grupo de meus correspondentes comunicou ter visto um anjo autêntico, isto é, um ser que parecia ser aquilo que pensamos que os anjos são.

“Como é que você pode... saber... que eles não são simplesmente... alucinações?” perguntou uma vez a minha cabeleireira, enquanto me fazia o cabelo e eu lhe contava meu projeto. Na verdade, eu não podia. E, com toda probabilidade, seria necessário fé para que outras pessoas aceitassem essas histórias.

Mais uma vez, porém essas pessoas não se importavam se acreditavam nelas ou não. Tinham uma convicção profunda em sua simplicidade. “Eu sei o que foi que vi – e o que vi mudou minha vida”, disse tranqüilamente uma mulher. Isso lhe parecia suficiente.

Eu começara a colecionar essas histórias por causa da experiência de Tim. Nesse momento, tinha em mãos volumosas pastas, que lia enquanto esperava a vez no consultório do dentista ou em um trem. As cartas mereciam uma platéia mais vasta.
Escolhi várias das mais intrigantes e comecei a escrever um livro.

Mas o que foi que essa busca me ensinou? Eu pensava antes que os anjos eram pequenos acessórios do mundo espiritual e que pensar neles apenas serviria para desviar de Deus nossa atenção.

Hoje, porém, acredito que eles nos ajudam a elevar a alma para o céu, para Ele. Durante todo o tempo, eles fizeram parte do plano divino, de modo que parece que Deus quer que os conheçamos e tenhamos a liberdade para lhes pedir a proteção, para nós e para nossos entes queridos.

O assunto anjos, no entanto, requer um alto grau de discernimento e respeito. Anjos devem ser tratados não como objetos de curiosidade, mas como entidades com as quais podemos aprender – e receber – muito.

Em suma, eles podem tornar-se companheiros muito queridos e carinhosos... se estivermos dispostos a permitir que entrem em nossa vida.

“Há uma diversidade de formas angelicais a ser comemorada e um elemento de surpresa a ser captado”, escreve G. Don Gilmore no Angels, Angels Everyhere, “mas a menos que o indivíduo restabeleça o senso de maravilha e imaginação da infância, ele talvez nunca experimente essas coisas”.

Jesus colocou a questão em outras palavras: “A menos que vos torneis iguais às crianças, não podereis entrar no reino do céu”. Ele falava em confiança, em senso de maravilha, em aceitação inocente de coisas não comprováveis... em suma,falava em fé. “Bem-aventurado é aquele que, não tendo visto, crê”.

Todas as pessoas que compartilharam conosco suas experiências neste livro acham que foram tocadas pelos mesmos mensageiros espirituais que embelezaram o mundo no seu começo – e que a única coisa que mudou foi o ambiente. E todas ficaram tomadas de um senso de indescritível maravilha e tranqüila certeza de que, quaisquer que fossem suas falhas, Deus as sustentava suavemente na palma da mão.

Como diz o ditado, para os querem acreditar, são desnecessárias explicações para os fatos narrados nas páginas seguintes. Para os que não querem, nenhuma explicação é possível.

“O que é um anjo? Cabe a você responder”. [].
[Cf. ‘Por Onde Caminham os Anjos’, p. 28/35. Joan W. Anderson. Ediouro]. [©®]

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

CAMINHOS PARA DEUS - O Trabalho com os Anjos de Cura.

“Minha religião consiste numa admiração humilde do Espírito Superior que se revela a si mesmo nos menores pormenores, que estamos aptos a captar com nossas fracas e irrelevantes mentes. A profunda certeza de um Poder Superior que se revela no Universo, difícil de ser compreendido, perfaz minha idéia de Deus. (…) A experiência cósmica religiosa é o estímulo mais forte e elevado da investigação científica”. EINSTEIN. [Cf. 'Além da Vida’, p.49. nr.31. Dez.2007].

‘O Trabalho com os Anjos na Cura’ - (Alma Daniel, Timothy Wyllie e Andrew Ramer).
“Quando convidamos os anjos para participar da nossa vida, começamos a compreender que todos os caminhos podem nos levar a Deus. A doença é um caminho que nos conduz ao despertar espiritual; a dependência de drogas também”.

Como se fossem alarmes, essas situações fazem tocar sinos de aviso para nos alertar de que estamos atolados ou fora do curso, e que só podemos avançar no caminho espiritual depois que acordarmos. Para progredir no nosso desenvolvimento, precisamos descobrir o bloqueio e eliminar a causa. Precisamos curar num nível profundo.

Criação da realidade
“Cada pessoa, / Todos os fatos de sua vida, / Ali estão porque / Você os pôs ali. / O que fazer / Com eles cabe a você / Resolver”). [Cf. ‘Ilusões’, p. 116. Richard Bach. Record].

Um sinal de que estamos no caminho da Consciência Superior é o reconhecimento de que criamos a nossa própria realidade. Tudo o que trazemos para nossa vida – e isso inclui situações que nunca sonhamos desejar! – é uma oportunidade, às vezes muito desafiadora de adotar uma ação correta.

Essa compreensão não implica sentimento de culpa. E, no entanto, quantas vezes fomos levados a nos sentir culpados por termos tido uma doença ou sido dependentes de drogas!

Os anjos dizem que tudo o que acontece na nossa vida é um ensinamento, uma lição... O câncer já é suficientemente mau sem que nos culpemos por ter desenvolvido a doença. Todavia, equiparamos doença a imperfeição. Quanto mais doentes, pior estamos.

É aqui que a presença terapêutica dos anjos é tão importante, pois os anjos nos trazem uma amorosa aceitação, sem nenhuma crítica. Eles estão aqui para ajudar a encontrar a solução para as doenças e problemas que trouxemos para a nossa vida e a recuperar o equilíbrio.

Com a ajuda de nossos anjos, aprendemos a abençoar a lição, em vez de amaldiçoar a nossa situação. E aquilo que abençoamos melhora.

Nenhuma culpa

A sintonia com os nossos anjos nos permite eliminar a vergonha e a culpa pela nossa condição e dar prosseguimento à cura. Em vez de tentar negar a doença, ou nos sentirmos mal em relação a ela, tomamos uma atitude responsável que irá nos libertar e curar.

Quando trazemos os anjos para ficar ao nosso lado, nós nos tornamos receptivos para a maneira angelical de resolver uma determinada situação, sem nenhum sentimento de culpa ou vergonha. Não importa o que tenhamos feito, os anjos nos fazem saber que ainda somos merecedores de aprovação.

Eles não nos criticam e, assim, quando nos juntamos a eles, aprendemos também a não nos criticarmos. Isto libera então uma energia que pode ser usada na recuperação e na cura. Isto é verdadeiro quer estejamos lidando com câncer, AIDS, dependência de drogas [que inclui o vício de fumo e bebidas alcoólicas] ou qualquer uso abusivo de alguma coisa, seja no nível físico, mental, emocional ou sexual.

A perspectiva espiritual
Os anjos não nos curam. Eles nos ajudam a nos curarmos. A presença deles permite que qualquer um de nós, independentemente de qual seja a doença ou a dependência específica, possa curar os seus sentimentos de solidão e distanciamento. Não estamos sós.

Depois de ligar-se ao seu anjo, você nunca mais se sentirá sozinho. E você não precisará fazer a cura sozinho. Os anjos estão com você e fazem parte da sua equipe pessoal de cura, a qual pode incluir terapeutas, médicos e outros especialistas, além de membros de um grupo de recuperação.

E assim como cada um desses auxiliares lhe dará uma determinada opinião ou irá sugerir determinada abordagem para a efetivação da sua cura, os anjos irão ligá-lo a uma perspectiva espiritual, para que você possa compreender a importância e o significado da condição que você manifestou.

Caminhos para Deus
“Deus perto está, /Difícil de captar. /Mas onde há perigo, cresce /O que salva também”… (‘Patmos’. ‘Símbolos da Transformação’ § 630. Carl Jung). “Quando crises vindas de fora ou de dentro atingem uma profundidade onde ‘o perigo é grande’… Aí ‘Deus está próximo’ e o homem encontra o vaso materno do renascimento, o lugar de germinação, onde a vida pode renovar-se. Pois a vida continua … e pode mesmo ser vivida com a maior intensidade se a retrospecção para o que findou não tolher o passo”. [Cf. ‘Símbolos da Transformação’, § 630. C. G. Jung. Vozes].

As dependências podem ser o caminho escolhido por muitas pessoas para encontrar Deus. É o Eu Superior [o ser interior] em ação, orientando a pessoa a agir da maneira que melhor atenda às necessidades da sua Alma.

Considerando a existência da AIDS, dos abusos sexuais e de outras passagens difíceis da vida, você pode achar que esta é uma maneira muito cruel de se conseguir isso. Os nossos anjos dizem que a dureza ou severidade é proporcional ao nível de obstinação da alma – e, em última análise, da sua força. Pode-se tirar um pedregulho do solo com os dedos ou com uma colher de pedreiro. Para retirar um matacão, o melhor é usar dinamite.

Para quebrar o ciclo de dependência, a “dinamite” às vezes se manifesta na forma de acontecimento dramático, como um acidente, doença ou uma catástrofe. Isto acontece com tanta freqüência que as pessoas costumam acreditar que alguém precisa chegar ao fundo do poço antes de poder começar a se recuperar. Embora este não seja necessariamente o caso, quando a “dinamite” explode é porque não existiu outra maneira de chamar a atenção da pessoa. O acontecimento funciona como um aviso de advertência. [Φ]. [Extraído de ‘Pergunte ao Seu Anjo’, p. 226/28. Pensamento].

Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).
Rio das Ostras, 31 de janeiro de 2011.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

ANJOS & GOLFINHOS - Com Kutira e Moonjay. (Terry Lynn Taylor).

“O Anjo que presidiu o meu nascimento, disse: Pequena criatura, formada de Alegria e Júbilo, vá e ame sem ajuda de coisa alguma na terra”. William Blake. [Cf. ‘Anjos, Mensageiros da Luz’, p. 190. Terry Lynn Taylor. Pensamento].

Intróito: Há tempos atrás, quando você ainda “brincava nos gramados celestes”, desceu das montanhas mineiras para o Rio de Janeiro um menino protegido pelo anjo da guarda que presidira seu nascimento. Era aniversário de seus treze anos e vinha cumprir o destino que ele próprio escolhera antes de nascer.

Mas, nada sabia de coincidências significativas, quando embarcou num trem da Leopoldina Railways, nome que homenageava a princesa austríaca Leopoldina, esposa de D. Pedro. E muito menos que viria também desposar mais tarde uma descendente da nobreza austríaca...

Começou então a trabalhar no Largo da Carioca, numa loja de confecções femininas, onde hoje existe o Edifício Central e a entrada do Metrô. A jovem proprietária era paulista e queria um menino para limpeza e entregas.

V. talvez nem possa imaginar a sensação indescritível que um menino do interior sente no contato direto com o mar. Ele adorava levar tailleurs e chapéus às freguesas de Icaraí em Niterói, pois na época durante a travessia pela antiga barca podia ver na ida e na volta bandos de botos (golfinhos), que adentravam a Baía de Guanabara para alimentar-se, acredita? E grande era a emoção de todos os passageiros ao contemplar de perto o nado rítmico e sincronizado dos golfinhos em seu ambiente natural, bem próximo da barca...

Já percebeu quem foi esse menino? Bem mais tarde, depois que me aposentei por tempo de serviço, fui residir no litoral sul de São Paulo à beira do Rio Itanhaém. Ali, há um recanto rochoso rico em algas marinhas, alimento vital para tartarugas. E freqüentemente passava próximo dali um casal de golfinhos e às vezes até um alegre bando.

Em Rio das Ostras, há também semelhante aglomerado de rochas vulcânicas que avança mar adentro formando o recanto calmo da Praia das Tartarugas, onde me apraza nadar e vê-las subir à tona para respirar. Infelizmente, a Prefeitura permite a pesca nesse local, o que deveria ser proibido e fiscalizado, pois as tartarugas ali vêm alimentar-se das algas marinhas nas pedras e podem ficar presas nas redes ou até mesmo fisgadas pelo anzol de pescadores, fato que assisti consternado num recente fim de semana...


O mar e as pedras possuem uma radiação-luz pura especial que sempre nos atraiu, à minha esposa e eu. Cristais e pedras recolhidas no Brasil nos lugares que moramos, ou terras da Europa por onde viajamos, como França e Floresta Negra em Calw na Alemanha, são parceiras de ancoragem e conexão com os anjos (ver foto); adornam nossa mesa de trabalho e também a varanda da casa.

E não me canso de agradecer a dádiva dos anjos de guiar-me para alugar no bairro Operário uma pequena casa, com larga varanda e jardim lateral, um espaço natural para meus gatos e companheirinhos de jornada desfrutarem felizes... E levo apenas vinte minutos para caminhar com meus dois Fox-paulistinhas até a Praia das Tartarugas!

Em razão da longevidade secular, a tartaruga simboliza na sabedoria chinesa a imortalidade do ser; e como nós dois reconhecíamos isto por experiência própria, não foi por acaso que ali, em meio às rochas, espargi as cinzas da cremação das vestes de minha companheira de jornada, que retornou para a dimensão angélica após cumprir sua missão espiritual.

Tendo atravessado esta série crucial de eventos nestes últimos três anos em Nova Friburgo, agora me foi dado na maturidade descer das montanhas da Serra do Mar, reconfortado e sob a proteção das asas angelicais, para voltar a residir nas proximidades do mar e seus golfinhos. E a criança em mim sente-se feliz de iniciar este janeiro de 2011 em Rio das Ostras conversando com você e sua criança interior sobre esta misteriosa e amorosa conexão existente entre golfinhos e anjos.

Ah! Tudo que relatei pretendeu mostrar que, embora de cara você não perceba, nossas vidas estão repletas de coincidências significativas, que os anjos nos propiciam através da Sincronicidade. É quando as coisas nos acontecem mais além da vontade pessoal, e descobrimos mais tarde sua razão de ser. V. pode se surpreender ao descobrir como isto ocorre na sua própria vida, acessando (Clic): ‘SINCRONICIDADE: Nada Acontece Por Acaso na Vida’. (Campos de Raphael).

'Golfinhos & Anjos' - Com Kutira e Moonjay. "Exatamente [ou coincidentemente] no dia em que me perguntava sobre a conexão entre os golfinhos e os anjos, Kutira Decosterd apareceu para lançar luz sobre o assunto".

O caminho da vida de Kutira é em grande parte o de um anjo humano. Um dos objetivos do trabalho de sua vida é ajudar indivíduos a cruzarem os limites pessoais que cerceiam a criatividade e ajudar a gerar um modo de vida mais divertido e gratificante. Instrutora de Tantra Ioga por muitos anos, ela encontrou uma maneira de combinar essa antiga prática de estímulo de energia com seu interesse por golfinhos e baleias, criando o Tantra Oceânico.

Numa das imagens orientadas que usa, Kutira leva as pessoas para o mar, para conhecer um golfinho. Você se vê montado num golfinho e, enquanto se acostuma aos ritmos do mar através da respiração e do relaxamento, descobre que agora está num movimento em espiral com seu golfinho. Quando o movimento aumenta, você foi catapultado para o espaço, voando com seu golfinho para o reino do céu, onde tempo e espaço se desvanecem e há apenas liberdade.

Agora o golfinho se tornou seu anjo da guarda. Quando você está pronto para voltar ao plano terrestre, pede ao golfinho guardião uma lembrança da viagem para guardar. Presentes lindos são oferecidos às pessoas dessa maneira. Uma pessoa recebeu um cristal cintilante de seu golfinho, que o golfinho plantou para sempre em seu coração.

Kutira certa vez tomou um vídeo-teipe de golfinhos dançando e nadando em seu estilo de balé aquático e o superpôs a um vídeo-teipe de um lindo céu cheio de nuvens magníficas. Foi nesse momento que sentiu a conexão entre golfinhos e anjos. A observação dos golfinhos voando e dançando nas nuvens transportou-a a um reino onde toda a vida entra em conexão.

Kutira e seu parceiro Moonjay deram-me essas percepções de como os golfinhos são semelhantes aos anjos – os anjos do mar:

 Os golfinhos inspiram brincadeiras e riso. Não levam as coisas a sério; seu campo de gravidade é mais leve.

 Os golfinhos podem ser usados como conexão com uma consciência superior – um estado especial de ser que parecem levar consigo e parece abrir aos humanos que se achem em sua presença.

 A mitologia havaiana atribui a origem dos golfinhos aos astros do céu. Eles são conhecidos por ajudarem seres humanos em dificuldade no mar.

 Os golfinhos e as crianças entram em conexão fácil e naturalmente. Eles despertam a criança que há em nós; e nos abrem para nosso eu brincalhão.

 Quando as pessoas vêem golfinhos, seu estado de espírito fica mais leve e uma sensação de alegria, animação e amor se impõe...

Vale realmente à pena explorar a conexão entre golfinhos e anjos. Estou convencida de que os golfinhos têm uma mensagem para nossa espécie e de que esta é semelhante à mensagem que os anjos têm para nós: “Fiquem menos sérios e brinquem mais!”
[Extraído de ‘Anjos Mensageiros da Luz’, p. 214/15. Terry Lynn Taylor. Pensamento]

Luz, Amor e Paz! (Campos de Raphael).
[Rio das Ostras, 26.01.2011].

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

CURE COM ANJOS DA CURA!

“Se Cristo nascer mil vezes em Belém, mas não em teu coração, continuarás extraviado”. (Ângelus Silesius).

Preâmbulo: Muitos anos antes de descobrir que o anjo guardião que presidiu o nascimento meu na forma física era um "anjo de cura”, regido pelo arcanjo Raphael [do hebraico, 'Rapha', "curar" + 'el,' "anjo"], os anjos da Sincronicidade nos guiaram à Europa e ao santuário druida de Montréalp-de-Sos no Sul da França, e dali ao Castelo do Graal, onde aflorou a conexão interior com o passado espiritual naquela histórica região dos cavaleiros templários e trovadores da 'MINNE' - o "Amor puro". Energia divina, cuja Essência está presente no âmago de todas as coisas e interliga todos os seres...

Em Montréalp-de-Sos, existe o chamado 'Dolmen de Sem' (ver foto) sobre um elevado platô em meio às montanhas dos Pirineus franceses, aonde os druidas vinham celebrar seus rituais sagrados nos dias de solstícios, antes do cristianismo: no solstício de verão, ao redor de 24 de junho; e outro no inverno, cerca de 25 de dezembro. O fato é conhecido dos europeus, mas poucos brasileiros sabem que essas datas “pagãs” foram adotadas para celebrar o nascimento de João Batista e o de Jesus Cristo. Na verdade, esses eventos cósmicos sempre foram considerados sagrados e cultuados desde a antiguidadade, quando o Sol nasce aparentemente durante três dias no mesmo lugar, para depois continuar a sua jornada anual. E nos lembra um antigo ditado: “Deus escreveu Seus sinais na Natureza”...

E sabendo que, cônscios ou não, cada um de nós necessita de cura em algum nível, seja físico, psíquico ou espiritual, pedi aos anjos que me indicassem um texto especial para essa data que, graças estar sob uma radiação cósmica especial, favorece a cura. E reencontrei uma página que permite vislumbrar a amplitude do trabalho dos anjos de cura em nosso corpo, como pode servir de reflexão natalina.
Curando com os Anjos - (Linda Zwingeberg Fickes).
Todos os profissionais da cura, sejam médicos, microcirurgiões, dentistas, acupunturistas ou curadores de fé evangélica, trabalham com os anjos curadores do corpo. "Eles precisam trabalhar com a natureza. A natureza é vida com inteligência".

"Um anjo é simplesmente uma inteligência da natureza que orienta a centelha de vida para sua perfeita realização. Um anjo pode supervisionar a centelha de vida de uma célula do corpo, de um órgão, dos corpos físico, mental ou emocional, da alma, do Cristo interior ou do corpo do Eu Sou". "Um anjo pode ser pequenino ou enorme. Mas cada anjo tem a qualidade do sincronismo perfeito com o bem daquela vida e de todos. E nenhuma cura se realiza sem o cuidado dos anjos. O “curador”, simplesmente remove os obstáculos e abre as portas, para que os anjos possam fazer o seu trabalho".

"O anjo ou inteligência que supervisiona o corpo físico dirige e coordena os anjos que compõem aquele corpo – os anjos da pele, do sangue, do sistema nervoso e assim por diante. Esse ser angélico também interage com os anjos de todos os nossos corpos sutis. Quanto mais sutil o corpo, mais próximo de Deus e tanto mais poderosa e simples a vida angélica no interior daquele corpo". "Todos os corpos sutis são guiados por sua tendência natural ou inteligência própria. O corpo mental é composto de pensamentos e idéias, cada um dos quais tem um anjo para realizá-lo".

"O corpo emocional é um corpo sutil composto de fluxos de energia emocional. Cada fluxo de emoção tem um anjo orientador. Quando esses anjos sofrem restrições, a vida fica engarrafada. A energia fica frustrada e, conseqüentemente, afeta os corpos mental e físico, mais grosseiros. Muitos terapeutas estão descobrindo como permitir aos anjos dos fluxos emocionais assistirem no processo de liberação da energia emocional, que sempre se conclui com amor".

"O corpo etérico, ou alma, é o desenho da planta perfeita e original da existência de um indivíduo. Por essas razões, traz o desenho da matriz original criada para ele por Deus. Procure pelos anjos do corpo etérico ou da alma e você verá uma sutil matriz geométrica de estrelas"... "As estrelas estabelecem um tom de perfeição e harmonia para cada parte do nosso corpo. No nível do Cristo interior, além da alma, o corpo é ainda menos complexo e composto das qualidades de amor e compaixão universais. Quando nos conectamos conscientemente com as nossas intenções universais, os anjos crísticos nos ajudam a realizá-las".

"O corpo sutil do Eu Sou é ainda mais próximo de Deus e, portanto, mais simples e mais poderoso. No nível do Eu Sou, encontramos as qualidades puras de nosso próprio ser divino. Um fornecimento de energia desse nível poderia ser: “Eu Sou Poder”, “Eu Sou Amor” ou “Eu Sou o Que Sou”. Entrar em contato com os anjos crísticos de do Eu Sou, e sentir sua consciência e poder, é extasiante e transformador".

“O objetivo de todos os anjos de cada um de nossos corpos é realizar o propósito divino do nosso Eu Divino. Para o Ser que chamamos Terra, assim como para o Ser que é cada um de nós, isso simplesmente significa o funcionamento completo e perfeito da Natureza, de toda a Natureza. Todos os anjos da nossa própria vida fluem da identidade e é possível alcançar os do paciente para a cura”. [Cf. ‘Anjos Mensageiros da Luz’, p. 209/10. Terry Linn Taylor].
Finalizamos, citando uma bênção antiga:
"Que as asas da borboleta possam beijar o sol.
E encontrar o seu ombro para pousarem suavemente,
Para lhe trazer sorte, amor e felicidade.
Hoje, amanhã e sempre".

Luz, Amor e Paz! (Carlos Campos de Raphael).
Rio das Ostras, 15.12.2010.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

"SOMOS LUZ" - (Wagner Borges).

Hoje vou tentar uma forma diferente de compartilhar um tema espiritual, graças a um PPS enviado por um casal amigo do Rio de Janeiro, após a cremação do corpo espacial terrestre de minha companheira de jornada...

O PPS intitulado "Somos Luz!" contém imagens belíssimas formatadas por Shirley; o texto muito especial é de Wagner Borges, que não conheço pessoalmente, mas sinto identificação profunda com suas colocações, e há tempos divulgamos o poema seu: (Clic): ‘Você que veio das Estrelas’. Peço desculpas da imperfeição de minhas fotos ("semelhante atrai semelhante"), pois ainda não aprendi a formatar slides. O mais importante é a preciosidade e a verdade dos seus dizeres. Vale a pena ver e refletir! - 'Somos Luz!' -


















Luz, Amor e Paz! (Carlos Campos de Raphael - 10 dez.2010).
[Fonte: https://portaldeanjos.blogspot.com/