anjinhos

domingo, 14 de novembro de 2010

ANJOS & ANIMAIS. História Real. (Campos de Raphael).


“Os anjos guardiães cuidam amorosamente de nós como de todos os seres viventes”. (Campos de Raphael).


Existem pessoas céticas que não acreditam em anjos, e me lembra um dito popular que ouvimos de passagem na cidade de Barcelona: ‘Yo no creo en brujas, pero que las hay, las hay’...


Na verdade os anjos guardiães estão sempre ao nosso redor e cuidam amorosamente não só de nós como de todos os seres viventes, atuando, porém num canal de freqüência invisível à nossa visão comum… Além disso, a correria e o "agito" nas grandes cidades, tende a deixar despercebido as ‘coincidências significativas’ e os ‘sinais angélicos’ que ocorrem em nossas vidas... Mas, basta estar atento, ter a mente aberta e o coração receptivo, para passar a percebê-los em nosso dia-a-dia...


No livrinho ‘Você Tem Um Anjo da Guarda’, John Ronner conta que no sermão à congregação um pastor brincou: “A maior prova que eu sei da realidade dos anjos da guarda é que alguns de vocês estão vivos, mesmo dirigindo um carro como dirigem”… Ainda assim, até mesmo céticos teimosos reconhecem já terem sentido, em momentos difíceis ou ocasiões de perigo, uma presença invisível, amorosa e reconfortante.


Mas, talvez seja mais fácil entender como essas coisas acontecem, através desta experiência pessoal: Quando morávamos em São Pedro da Serra (RJ), num recanto rural logo após o final da rua principal, sempre abríamos cedo a porta da casa para o nosso ‘Fox-paulistinha’ sair; ele preferia fazer suas necessidades naturais no gramado ao redor.

E certa manhã encontrei uma peninha marrom caída bem no meio da soleira de entrada da casa; era da corujinha-do-mato que costumava se abrigar sob o telhado, ao amanhecer; mas pressenti na peninha um sinal angélico: ela irradiava uma energia especial...

Contei o fato à minha esposa no café da manhã, e falei: “Espero que seja o ‘sinal angélico’ de alguma coisa boa”…
Saímos para ir ao supermercado rural e na volta…

Surpresa! Sentado, na soleira da porta de entrada um gato amarelo de rua parecia aguardar-nos; até aí nada de mais…

Desde que viemos morar nessa casa, com alta varanda aberta, ele descobrira não sei como que ali deixávamos a ração de nossos gatos e vinha saciar a fome; n
aquela manhã, porém em vez de escalar a varanda como sempre fazia, nosso ‘hóspede’ nos aguardava no lugar em que eu achara a peninha da coruja e, sentado, protegia entre as patas dianteiras um gatinho de poucas semanas!

Ele olhou bem dentro de meus olhos, como fazem quando tentam se comunicar conosco, e captei sua mensagem telepática. Comovido. Voltei-me para minha mulher: “Ele nos diz que o gatinho perdeu a mãe, e pede para cuidarmos dele!”

V. pode estar pensando: "Esse cara deve ser algum louco! Conversar com gatos?" - E respondo: Calma, ô cara! V. nunca ouviu o dito popular, "De sábio e louco, todos nós temos um pouco"? Sim! Eu converso com gatos vira-latas na rua e eles vêm ao meu encontro para serem acariciados. E mais adiante contarei como aprendi a comunicar-me com eles...

Voltemos, porém ao fato, ou melhor, ao gato vira-latas e seu gatinho. Descobri depois que fôra colocado carne envenenada junto aos latões de lixo para matar cachorros "vira-latas", porque alguém os culpava de invadir à noite o galinheiro. Infelizmente, esse gato amarelo tão especial acabou sofrendo esse mesmo destino cruel imposto pela insensatez humana.

Quem vive numa cidade do interior, porém certamente já viu alguma cadela ou gata carregar os filhotes na boca para lugar mais seguro, mas um gato macho nos trazer um gatinho assustado para cuidarmos, foi para mim algo realmente inusitado!
Não desejávamos outro gato, pois dois já nos ‘possuíam’, a 'Pupi' e o 'Pipo'... Este chegou até nós também filhote, quando morávamos no litoral paulista, à beira do rio Itanhaém.

Quando ainda trabalhava na Capital de SP, eu ganhei o primeiro Fox-paulistinha, companheiro até de viagens e jamais me interessara por gatos, devido a preconceito inconsciente, herança do interior mineiro: "Gato gosta da casa, não gosta da gente"...

'Vivendo e aprendendo'… Desde que minha esposa recolhera aquele gatinho paulista no jardim do prédio, somente ela o alimentava e cuidava dele. Amarelo-tigrado, vivaz e saltitante, logo o batizamos de Pipoca, depois apenas de ‘Pipo’.

Acredite: 'Pipo' foi um dos ‘mestres’ entre outros na minha vida… Sua inteligência e demonstração insistente de carinho “implodiu” em mim o insensato alicerce do velho preconceito contra estes belos felinos, adorados no Antigo Egito na forma da deusa-gata, Bastet, até c. 107-767 a.C.

Misteriosamente Pipo descobriu como abrir a porta do corredor, entre a sala de estar e os dormitórios, dependurando-se na travessa do trinco, talvez ao observar que baixávamos a maçaneta para abri-la… Mas ao cair da noite, ‘pedia’ para sair: sentava-se diante de nós até que o olhasse; corria então para a porta de saída do apartamento e esticava a patinha para tocar a chave na fechadura, numa linguagem acessível à minha burrice humana…
Aguardava o elevador e descia conosco ao jardim, onde se sentia livre para saltar sobre o muro e dali ao telhado da garagem, indo atrás das gatinhas da vizinhança…


Morávamos no sétimo andar e quando ele queria voltar para casa podíamos vê-lo aguardando no jardim, o olhar fixo na porta do elevador da Portaria. Absorvido na leitura e anotações me esquecia às vezes de buscá-lo, e de repente sua imagem surgia clara na minha mente para me lembrar…


Certa noite olhei e 'Pipo' ainda não chegara ao lugar habitual no jardim; mas como percebera indícios de sua linguagem telepática, decidi tentar contato mental com ele enviando-lhe a imagem de que descia no elevador para buscá-lo; e mal abri a porta ele já adentrou rápido, ao invés de aguardar lá fora; repeti a experiência outras vezes e a comunicação telepática entre nós se confirmou…


Mas, voltemos a São Pedro da Serra: Três anos após estar residindo em Nova Friburgo, fomos conhecer aquele lugar e sentimos ali uma atmosfera especial. E ao caminhar por lugares afastados do centro, descobrimos que a energia era irradiada do pico Macfort, detrás do lugarejo; na volta do passeio, vimos casualmente uma casa para alugar à beira da estrada; senti o impulso para adentrá-la e ao chegar à varanda reconheci os telhados e a montanha vista num sonho vívido quatro anos antes - era o pico de Macfort!…

E dele irradiava a atmosfera de paz experienciada na primeira vez que galgamos a trilha que serpenteia a Montségur, no Sul da França - templo e fortaleza do Graal dos monges cristãos, cátaros, queimados vivos nas fogueiras após sua rendição aos ‘Cruzados’ em 16-03-1244… Movidos então por forte impulso íntimo, não tivemos dúvidas em deixar Friburgo e ir morar naquela casa!
Ganháramos outro ‘Foxy’ ainda em Friburgo, tínhamos um casal de gatos e não desejávamos um terceiro. Mas, como resistir ao apelo incrível do felino e seu assustado gatinho, precedidos por um sinal angélico?!

Tudo aconteceu em 17 de fevereiro de 2001 -, jamais esquecemos a data! Precisávamos dar nome ao gatinho que nos ‘caiu dos céus’, e veio à mente a obra ‘Anjos Cabalísticos’ de Monica Buonfiglio; e o gênio desse dia ‘Veuliah’, é um ‘anjo de cura’ da categoria de Raphael. E se ainda pensa que invento coisas confira a data. Clic: ‘Conheça o seu Anjo da Guarda’.

Na época, certo canal de TV exibia a novela ‘Um Anjo Caiu do Céu’, que iniciava com a peninha caindo dos céus (inspirado no filme ‘Forrest Gump - O Contador de Histórias’). Na novela o personagem que representava o anjo Raphael, tinha apelido de ‘Rafa’. E decidimos chamar o gatinho de ‘Rapha’ - que significa ‘curar’, ao gatinho traumatizado…

Três meses depois voltei a consultar o livrinho no meu aniversário. Esquecera o nome do anjo da guarda de meu nascimento... E adivinhe quem era? - ‘Veuliah’ de Raphael! Mera coincidência ou Veuliah nos presenteara aquele gatinho tão especial?!

E para fechar a história: Mais tarde, descobrimos que a mãe do gatinho morrera após comer carne envenenada deixada por um vizinho. Até então adorávamos a tranqüilidade e a energia especial do lugar, mas depois dessa crueldade retornamos para Friburgo, antes que nossos gatos e Foxy caíssem na mesma armadilha…

Já de volta à Friburgo, achamos uma gatinha jogada na rua; penalizados a levamos para o apartamento; ela se parecia com ‘Rapha’ e atuou a lei natural: ‘semelhante atrai semelhante’. ‘Rapha’ não fôra castrado e só lembramos após o "leite derramado"…

Resultado: mais seis gatinhos em casa!..
A convivência com estes ‘pequeninos irmãos’, porém nos fez descobrir que suas almas não morrem e são assistidas também por anjos guardiães. A presença de animais domésticos atrai e “ancoram” seus anjos em nosso lar!


E para quem não acredita na vida após a morte também dos animais, vou contar ainda outro fato: 'Pupi', uma gata cinza de olhos azuis, amiga do 'Pipo', nascera dentro de nossa casa em Itanhaém; minha esposa que possuía também olhos azuis e auxiliara no parto da 'Pupi', afeiçoara-se particularmente a esta gatinha e ela viera conosco na mudança para Friburgo.

Certo dia que almoçáramos fora encontramos na volta a 'Pupi' deitada no corredor de entrada do apartamento como se estivesse dormindo, e logo descobrimos que o coração não batia mais...


Durante dias minha mulher se recriminou por não perceber que estava doente e deixado de cuidá-la. E certa noite a Pupi lhe apareceu em sonhos na companhia de um grupo de gatos; aproximou-se e explicou que a 'matilha' dela viera buscá-la. Agradeceu o amor e carinho que recebera de nós e em seguida se afastou com sua matilha... Hoje existem estudos sobre telepatia animal em obras científicas de Rupert Sheldrake, conforme artigo citado na revista 'Nova Consciência', como também de um cientista italiano, que intitulou o seu livro com a questão: 'Os Animais Tem Alma?'


- Quem vivencia direta e primeira mão uma experiência ampla e profunda, descobre existir por trás de todas as formas de vida uma constante transformação da essência-energia inteligente e imortal, manifesta em invisíveis ondas e partículas como energia quântica… Vivenciamo-la aos 34 anos, numa inesperada regressão a vida passada no antigo castelo templário do Graal no Sul da França, destruído pelos Cruzados há 700 anos...


Naquele lugar, experienciei existir no âmago de cada ser vivo e por trás do homem exterior (nossa veste espacial de carne e sangue que oblitera a consciência e visão), um Amor inexprimível, presente em tudo como essência-energia, que interliga invisivelmente tudo, todas as coisas e todos os seres no Universo. E tão logo esta energia-amor fluiu do nosso ser profundo, repercutiu de imediato na essência de cada pedrinha e flores na relva, das ruínas e das poderosas montanhas ao redor, numa indescritível resposta de Amor de todos os seres!...


Quando voltamos a morar em Friburgo, entramos em contato casual com jovens pesquisadores que, ao saber de vivências diretas noutros níveis da consciência (aos seis meses de casados minha esposa experienciou a 'quase-morte'; pôde ir e vir à outra dimensão da vida, lembrar sua esquecida missão e tornar-se vegetariana). Todas essas experiências profundas nos levaram à busca do Caminho, estudos e viagens à Holanda, Alemanha e Sul da França...

Os jovens sugeriram criarmos um site livre de dogmatismo e sectarismo (daí o lema: “Citarei a verdade onde a encontrar”). Selecionamos temas que ampliam a visão e a compreensão do sentido da existência, quem de fato somos e a vastidão de nosso ser profundo... Iniciado em 2003 e sem fins lucrativos, dedica-se àqueles que buscam, na expressão de Carl Jung, “a verdade que não limite, mas amplie; que não obscureça, mas ilumine”. (‘O Segredo da Flor de Ouro’, p.16. Vozes. 1983).


“Conhecer as qualidades do anjo da guarda, ajuda no autoconhecimento; elas podem espelhar o que digitamos para a vida atual (no arquivo do ‘Inconsciente’)”. Cada um de nós nasce numa condição favorável ou desfavorável, fruto do que semeamos na Teia da Vida, através da energia quântica… Mas algo nos diferencia no nível humano: "Sois deuses". V. configura hoje seu destino amanhã! Provém daí o dito: ‘Maktub' - 'Estava escrito!’


E você ainda não acredita em ‘coincidências significativas’, nem em anjos?! Sinceramente, seja mais inteligente do que Isaac Newton: Deixe de esperar uma ‘ajuda cair dos céus’ sobre sua cabeça, para acordar e fazer suas descobertas! Ou acontecer fortes embates na vida como ocorreu conosco, para despertar e sair atrás de respostas mais amplas e vislumbrar a vastidão dentro de nosso Ser!…

Ah! Lembre-se de estar atento aos sinais e às 'coincidências significativas' enquanto 'navega' no seu dia-a-dia, e descubra por que: "Nada acontece por acaso" em nossas vidas…Luz, Saúde e Paz!
Clic e conheça tb: www.magisterlux.com/ (Ensinos-Luz)
[Nota pessoal: Logo após a partida de minha companheira de jornada (que cumpriu a missão espiritual que antes escolhera para esta existência) e a cremação de suas vestes mortais em 21.07.2010, mudamos de Nova Friburgo para Rio das Ostras/RJ, graças ao auxílio dos anjos, que me indicaram uma casa com varanda e jardim, mais adequada aos meus “filhotes” (dois Fox-paulistinhas e nove anjos-gatos, ou seja, ‘Rapha’ e mais oito), para continuidade deste trabalho solidário, nesta última etapa da vida]. (Rio das Ostras, 13.11.2010, Campos de Raphael).

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